Num dia comum do calendário humano, o Sol lembrou que é uma estrela viva e instável: após uma sequência de explosões, a mais forte delas, de classe X1.1, surgiu em 30 de junho e lançou uma nuvem de plasma em direção à Terra. Como essas tempestades fazem parte de um ciclo de cerca de onze anos, a notícia é menos um susto do que um lembrete de que nossa vida tecnológica depende de um vizinho cósmico que nunca deixa de se mover. A expectativa agora se concentra em 3 de julho, quando a NOAA prevê tempestades de grau moderado e auroras no hemisfério norte.
Sequência de erupções solares põe Terra em alerta e pode trazer auroras ao hemisfério norte
Uma série de explosões classe X em poucos dias é pouco observada
Por que uma erupção X1.1 chama tanta atenção?
Porque a classe X é a mais forte da escala. Ela pode afetar satélites em órbita, e por isso os alertas foram emitidos logo em seguida.
Quais áreas foram alertadas?
Comunicações de rádio, redes elétricas, sinais de navegação e astronautas, que podem sofrer com a radiação solar.
Alerta não significa dano. O texto não relata nenhuma falha concreta em nenhum desses sistemas.
E a tempestade? Já aconteceu?
Ainda não. A NOAA espera tempestades de grau moderado, especialmente em 3 de julho, a partir de G2 na escala que vai até G5.
É uma previsão. A chegada da massa coronal e a intensidade real ainda precisam ser confirmadas.
E as auroras?
São esperadas, principalmente no hemisfério norte, por causa da intensidade das explosões.
Esperadas, não garantidas. O texto também não diz em quais regiões exatas poderão ser vistas.
Isso é raro?
Erupções são comuns. Uma série de explosões fortes da classe X em poucos dias é que é pouco observada.
Le Pouls
- Uma erupção X1.1, a mais forte da escala, abriu uma série de explosões solares em poucos dias e acendeu o alerta.
- Rádios, redes elétricas, sinais de navegação e astronautas entraram em estado de atenção quase ao mesmo tempo.
- A massa coronal lançada rumo à Terra avança e a NOAA acompanha cada passo da tempestade moderada prevista para 3 de julho.
- No hemisfério norte, o céu pode se tingir de auroras, mas o desfecho dependerá de quão intensa será a chegada da nuvem solar.
Num dia comum do calendário humano, o Sol lembrou que é uma estrela viva e instável: após uma sequência de explosões, a mais forte delas, de classe X1.1, surgiu em 30 de junho e lançou uma nuvem de plasma em direção à Terra. Como essas tempestades fazem parte de um ciclo de cerca de onze anos, a notícia é menos um susto do que um lembrete de que nossa vida tecnológica depende de um vizinho cósmico que nunca deixa de se mover. A expectativa agora se concentra em 3 de julho, quando a NOAA prevê tempestades de grau moderado e auroras no hemisfério norte.
Nos últimos dias, o Sol atravessou uma sequência de explosões potentes. A mais marcante ocorreu em 30 de junho, uma erupção de classe X1.1, segundo a Nasa, considerada pela NOAA a categoria mais forte da escala. A letra X indica as erupções mais intensas, e o número que a acompanha mede sua força.
De imediato, foram disparados alertas para quatro áreas: comunicações de rádio, redes elétricas, sinais de navegação e astronautas, que podem ficar expostos à radiação solar. Logo depois, uma ejeção de massa coronal foi lançada em direção à Terra.
Segundo a NOAA, a chegada deve trazer tempestades de grau moderado, sobretudo em 3 de julho, numa escala que vai de G1 a G5. Por causa da força das explosões, espera-se que auroras boreais apareçam, principalmente no hemisfério norte. Erupções são comuns e acompanham a atividade magnética do Sol, mas a concentração de explosões fortes em poucos dias chama atenção. Tudo isso se insere no ciclo solar de cerca de 11 anos, durante o qual o campo magnético do Sol se inverte. A atenção agora se volta para 3 de julho.
Nos últimos dias, o Sol protagonizou uma sequência de explosões potentes, e a mais notável delas foi registrada em 30 de junho: uma erupção de classe X1.1, segundo a Nasa. A NOAA, a agência oceânica e atmosférica dos Estados Unidos, também a descreveu como pertencente à categoria mais forte da escala.
A letra X designa as erupções mais intensas. O número que a acompanha dá a medida de sua força, de modo que X1.1 é seguida por X1.2, X2 e assim por diante. Erupções dessa classe têm potencial para afetar satélites na órbita da Terra.
Logo depois da erupção, foram disparados alertas para quatro áreas: as comunicações de rádio, as redes elétricas, os sinais de navegação e os astronautas, que podem ficar expostos à radiação solar.
A sequência de explosões lançou, além disso, uma ejeção de massa coronal em direção à Terra. Segundo a NOAA, são esperadas tempestades solares de grau moderado, sobretudo em 3 de julho. A escala vai de G1, o nível menor, a G5, o extremo, e a classe moderada começa em G2.
Por causa da intensidade das explosões, a expectativa é de auroras boreais, em especial no hemisfério norte.
Erupções solares, em si, são comuns e ocorrem várias vezes por ano. Fazem parte da atividade magnética do Sol e tendem a aparecer com mais frequência quando a estrela está mais ativa. O que o texto destaca como pouco observado é uma série de explosões fortes da classe X concentradas em poucos dias.
O pano de fundo é o ciclo solar, que dura em média 11 anos. Ao longo dele, o campo magnético do Sol se inverte, o que provoca variações como as manchas visíveis e as próprias erupções.
A atenção agora se volta para 3 de julho, data em que a NOAA espera a tempestade de grau moderado e quando devem aparecer as auroras no hemisfério norte.
Citations marquantes
São esperadas tempestades solares de grau moderado, especialmente no dia 3 de julho.— NOAA, conforme relatado pela CNN Brasil