No fim de semana de outubro, o Sol voltou a lembrar-nos de que é uma estrela viva e imprevisível: uma explosão classificada como X1 lançou radiação em direção à Terra, e a NOAA e a NASA anteciparam uma tempestade solar de potência moderada, com efeitos que podem durar cerca de uma semana. Insere-se num ciclo solar que os astrónomos já tinham previsto mais agitado do que o anterior, lembrando a sociedade moderna, tão dependente de satélites e ondas de rádio, da fragilidade das infraestruturas que construímos sobre a calma aparente do céu.
NASA alerta para tempestade solar que pode atingir a Terra durante uma semana
Uma estrela irrequieta e muitas vezes agressiva
Então, o que aconteceu exatamente no Sol?
Entre sábado e domingo houve uma explosão classificada como X1, e a radiação seguiu para a Terra. A tempestade resultante é de potência moderada.
E porque é que isso importa a quem está cá em baixo?
Pode perturbar rádio, satélites e GPS. A aviação civil preocupa as autoridades, porque usa rádio de longo alcance, inclusive no controlo do tráfego aéreo.
Convém separar o que está confirmado do que é possível. A NOAA diz que a radiação pode ter afetado as equipas de resgate após o furacão Ian. É uma hipótese, não um dano comprovado.
E a duração de uma semana?
É a estimativa da NASA para os efeitos. Não é um dado fechado, e o texto não detalha danos concretos.
Há também o contexto do 25.º ciclo solar, que os astrónomos já tinham avisado que seria mais agitado.
Pode haver mais explosões?
O departamento de meteorologia britânico diz que sim, por causa da grande mancha emergente.
Diz que podem acontecer, não que vão. E o texto não explica quais as interferências já medidas nos EUA.
Der Puls
- Uma explosão X1 atingiu o Sol no fim de semana e a sua radiação já segue em direção à Terra.
- Interferências já foram registadas em alguns pontos do planeta, incluindo nos Estados Unidos, onde as comunicações por rádio e o GPS podem falhar.
- A aviação civil e o controlo de tráfego aéreo, que dependem de rádio de longo alcance, estão sob vigilância atenta das autoridades.
- Os militares, dependentes de comunicação de alta frequência, acompanham o problema enquanto cientistas estudam novas manchas solares que podem gerar mais explosões.
No fim de semana de outubro, o Sol voltou a lembrar-nos de que é uma estrela viva e imprevisível: uma explosão classificada como X1 lançou radiação em direção à Terra, e a NOAA e a NASA anteciparam uma tempestade solar de potência moderada, com efeitos que podem durar cerca de uma semana. Insere-se num ciclo solar que os astrónomos já tinham previsto mais agitado do que o anterior, lembrando a sociedade moderna, tão dependente de satélites e ondas de rádio, da fragilidade das infraestruturas que construímos sobre a calma aparente do céu.
Entre sábado e domingo de outubro, o Sol lançou uma explosão que a NASA classificou como X1, e a radiação resultante começou a viajar em direção à Terra. O Centro de Previsão do Tempo Espacial da NOAA confirmou que a tempestade associada é de potência moderada e que os seus efeitos podem durar cerca de uma semana, com possíveis perturbações nas comunicações.
Este episódio ocorre no 25.º ciclo solar, um período de 11 anos iniciado no final de 2019. Os astrónomos tinham avisado que este ciclo não seria tão calmo como o anterior, e a estrela tem-se mostrado irrequieta.
As explosões de classe X são das erupções mais longas e energéticas do Sol. Podem interromper transmissões de rádio em todo o planeta e provocar tempestades de radiação prolongadas. Já há sinais de interferência em alguns pontos, como nos Estados Unidos, onde a NOAA admitiu que a radiação pode ter afetado equipas de resgate após a passagem do furacão Ian.
A maior preocupação está na aviação civil, que depende de comunicações por rádio de longo alcance, e nos sistemas de satélite que sustentam o GPS e a navegação global. Os militares, que dependem fortemente da comunicação de alta frequência, também acompanham a situação. O departamento meteorológico britânico alertou que podem surgir novas explosões, dada a enorme mancha solar visível no disco do Sol. Os especialistas continuam a vigiar e a estudar o impacto nos sistemas da Terra.
Entre sábado e domingo de outubro, o Sol lançou uma explosão que a NASA classificou como X1, e a radiação eletromagnética resultante seguiu em direção à Terra. Segundo o Centro de Previsão do Tempo Espacial (SWPC), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), a erupção projetou energia da atmosfera volátil da estrela. A tempestade solar associada é de potência moderada e, segundo a agência espacial, os seus efeitos podem durar cerca de uma semana e perturbar as comunicações no planeta.
O episódio acontece num Sol que está no 25.º ciclo, o novo período de 11 anos que começou depois de o anterior ter terminado, no final de 2019. Quando este ciclo arrancou, os astrónomos avisaram que não seria tão calmo como o último. A estrela tem-se mostrado irrequieta e, muitas vezes, agressiva.
As explosões de classe X estão entre as erupções solares mais longas e mais energéticas. Podem suspender diversas atividades eletromagnéticas, interromper as transmissões de estações de rádio em todo o planeta e produzir tempestades de radiação de longa duração.
As interferências já estarão a fazer-se sentir em alguns pontos do globo, como nos Estados Unidos. A NOAA admitiu que a radiação pode ter afetado as equipas de resgate que trabalham no país depois da passagem do furacão Ian, que devastou várias regiões norte-americanas.
Este tipo de perturbação atinge os sistemas de satélite usados na aviação e na navegação civil global (GPS). Os militares, por sua vez, dependem muito da comunicação de alta frequência. A explicação foi atribuída a Johns Hopkins, da NASA.
A maior preocupação das autoridades é a aviação civil, que recorre muito às comunicações por rádio nos alcances mais longos, método também usado no controlo do tráfego aéreo.
O departamento de meteorologia britânico indicou que podem ocorrer novas explosões, dada a enorme mancha que emerge no disco solar. O evento é descrito como um dos maiores dos últimos anos, e os especialistas vigiam e investigam o seu impacto nos sistemas da Terra.
Bemerkenswerte Zitate
A radiação pode ter afetado as equipas de resgate nos EUA após a passagem do furacão Ian.— NOAA