No Brasil, onde o Pix redefiniu a velocidade das trocas financeiras, uma nova fronteira se anuncia: o pagamento pelo reconhecimento da palma da mão. A tecnologia propõe que a própria biologia humana substitua senhas, cartões e dispositivos, tornando o corpo o único instrumento necessário para uma transação. É um passo que convida a refletir sobre até onde estamos dispostos a inscrever nossa identidade nos sistemas que nos governam — e o que ganhamos, e cedemos, ao fazê-lo.