Um matemático rompeu o silêncio para nomear em voz alta o que muitos especialistas sussurram em privado: a velocidade de evolução da inteligência artificial pode ter ultrapassado a capacidade humana de acompanhá-la. Não se trata de ficção científica nem de alarmismo vazio — trata-se de um profissional habituado à precisão declarando, com franqueza visceral, que está 'realmente apavorado'. O que está em jogo não é apenas o emprego de indivíduos, mas a relevância coletiva da humanidade num mundo onde a adaptação tecnológica ocorre em meses e a adaptação humana, em décadas.