Ribeirão Preto guarda no subsolo uma das maiores reservas de água doce do mundo, o Aquífero Guarani, mas seus moradores convivem com torneiras secas — não por escassez, e sim por um sistema de distribuição envelhecido, fragmentado e perdulário. Entre o poço e a casa, quase 37% da água captada se perde pelo caminho, enquanto a concentração de equipamentos no centro urbano pressiona o próprio manancial que a cidade depende. A abundância existe; o desafio é construir a ponte que a leva até as pessoas.
Ribeirão Preto tem água no Guarani, mas sistema de distribuição é o problema
Moradores de diversos bairros enfrentam interrupções no abastecimento de água, afetando centenas de milhares de pessoas.