Em nome do controle migratório, a administração Trump enviou cidadãos brasileiros a países africanos como Libéria e Guiné Equatorial — nações com as quais muitos deportados não tinham qualquer vínculo histórico, linguístico ou familiar. O que emerge dessas deportações não é apenas uma questão jurídica, mas uma interrogação moral sobre até onde pode chegar o poder de um Estado ao reescrever o destino de vidas já construídas. Homens e mulheres que trabalhavam, pagavam impostos e criavam raízes nos Estados Unidos foram depositados em territórios estranhos, sem documentação suficiente, sem rede de
Governo Trump deporta brasileiros para África e América Central
Brasileiros foram deportados para países africanos em condições relatadas como severas, incluindo detenção prolongada e separação de vidas estabelecidas nos EUA.
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