Na madrugada de 5 de setembro de 2026, o Foo Fighters encerrou a primeira noite do Rock in Rio carregando consigo décadas de história do rock — da bateria do Nirvana ao palco próprio que Dave Grohl construiu com as próprias mãos. Fechar uma jornada inaugural de um festival dessa envergadura não é apenas uma escolha de programação; é um reconhecimento de que certas bandas ainda funcionam como âncoras culturais, capazes de reunir gerações em torno de um repertório que o tempo já consagrou. O show cumpriu o que prometia, e nesse cumprimento há uma dignidade própria.
Foo Fighters encerra primeira noite do Rock in Rio 2026
Uma banda que redefiniu o rock retorna ao palco que a conhece
Por que o Foo Fighters encerrando a primeira noite importa? Não é só mais um show?
Não. Encerrar a noite de abertura de um festival do tamanho do Rock in Rio é uma posição de destaque — significa que os organizadores veem a banda como capaz de deixar uma impressão final forte.
Mas a gente sabe isso porque está no título. O que a reportagem realmente nos diz sobre o show em si? Qual foi a reação? Quantas pessoas?
Aí está o limite do que temos. Sabemos que abriram com "All my life" e que o setlist refletiu o repertório consolidado deles.
E Dave Grohl — por que sua trajetória do Nirvana ao Foo Fighters é relevante aqui?
Porque ele é um símbolo. Começou como baterista de uma banda que mudou tudo nos anos 1990, e agora lidera uma formação que dura décadas. Seu retorno ao Rock in Rio é um retorno de alguém que já marcou presença ali antes.
Mas a gente não sabe quando ele tocou aqui antes, ou se tocou. Estamos inferindo baseado no "retorno".
Justo. O que podemos confirmar é que ele é uma figura central no rock contemporâneo e que sua presença em um festival assim é significativa.
O show foi bom? Ruim? Surpreendente?
Não temos isso. A reportagem diz que foi "o que se espera de uma grande banda" — o que é uma forma elegante de dizer que funcionou, mas não nos dá detalhes sobre o que realmente aconteceu.
É verdade. Sabemos que o show existiu, que foi bem estruturado em termos de setlist, e que a banda cumpriu seu papel. Mas a experiência vivida fica em aberto.
Le Pouls
- A expectativa em torno do headliner era alta — e 'All my life' como abertura sinalizou de imediato que a banda não viria para surpreender, mas para confirmar sua grandeza.
- A presença de Dave Grohl no palco do Rock in Rio condensa uma narrativa inteira: do colapso do Nirvana ao nascimento de um projeto solo que se tornou uma das bandas mais duradouras do rock contemporâneo.
- O setlist apostou no repertório consolidado, equilibrando explosões de energia com momentos de conexão mais íntima — uma estratégia calculada para festivais de grande escala.
- Encerrar a noite inaugural coube ao Foo Fighters como uma responsabilidade simbólica: deixar no público a impressão final de um festival que precisava começar com autoridade.
- O show funcionou como prova de que o Rock in Rio 2026 segue fiel à sua vocação histórica de reunir artistas que definiram gerações — e que ainda preenchem estádios.
Na madrugada de 5 de setembro de 2026, o Foo Fighters encerrou a primeira noite do Rock in Rio carregando consigo décadas de história do rock — da bateria do Nirvana ao palco próprio que Dave Grohl construiu com as próprias mãos. Fechar uma jornada inaugural de um festival dessa envergadura não é apenas uma escolha de programação; é um reconhecimento de que certas bandas ainda funcionam como âncoras culturais, capazes de reunir gerações em torno de um repertório que o tempo já consagrou. O show cumpriu o que prometia, e nesse cumprimento há uma dignidade própria.
Na noite de 5 de setembro de 2026, o Foo Fighters assumiu o papel que lhe foi reservado com precisão: encerrar a primeira jornada do Rock in Rio com a solidez de quem não precisa mais provar nada. Dave Grohl abriu o show com 'All my life', e nessa escolha havia uma declaração de intenções — o público viria buscar o que já conhece e ama, e a banda entregaria exatamente isso.
A trajetória de Grohl empresta peso a cada aparição sua em palcos dessa magnitude. Começou como baterista do Nirvana, a banda que sacudiu o rock nos anos 1990, e reconstruiu sua vida musical à frente do Foo Fighters — projeto que nasceu solitário e cresceu até se tornar uma das formações mais influentes e duradouras do rock contemporâneo. Retornar ao Rock in Rio é, para ele, revisitar uma história que ainda está sendo escrita.
O setlist refletiu a maturidade de uma banda que sabe o que funciona em festivais: sucessos reconhecíveis alternados com momentos de maior intimidade entre palco e plateia. Não houve surpresas calculadas para chocar — houve a competência de quem domina o ofício.
Fechar a noite inaugural não foi acaso de programação. Foi uma escolha que diz algo sobre o lugar que o Foo Fighters ocupa no rock atual. Para quem acompanha o festival há décadas, havia algo de circular e satisfatório em ver Grohl retornar a esse palco — relevante, presente, e ainda capaz de transformar uma noite em memória.
Na noite de 5 de setembro de 2026, o Foo Fighters encerrou a primeira jornada do Rock in Rio com uma apresentação que cumpriu exatamente o que se esperava de uma das maiores bandas de rock da atualidade. A formação liderada por Dave Grohl abriu o show com "All my life", estabelecendo o tom para uma noite que reuniu fãs em torno de um repertório consolidado e reconhecível.
O retorno de Grohl ao festival marca um momento significativo em sua trajetória. Sua jornada — que começou como baterista do Nirvana, a banda que redefiniu o rock nos anos 1990 — o levou à frente do Foo Fighters, projeto que iniciou como um esforço solo e se transformou em uma das formações mais duradouras e influentes do rock contemporâneo. Cada apresentação sua em um palco como o do Rock in Rio carrega o peso dessa história.
O setlist refletiu as escolhas típicas de uma banda em seu estágio de carreira: sucessos consolidados que o público conhece e espera ouvir, misturados com profundidade suficiente para manter a apresentação interessante. A seleção de músicas revelou uma compreensão clara do que funciona em um festival de grande escala — momentos de energia pura alternados com instantes de conexão mais íntima entre palco e plateia.
O encerramento da primeira noite por uma banda dessa magnitude não é coincidência de programação. É uma declaração sobre o peso que o Foo Fighters carrega no universo do rock atual. Enquanto outras atrações compartilhavam o cartaz, coube a Grohl e sua banda o privilégio e a responsabilidade de fechar a jornada inaugural, deixando o público com a impressão final de um festival que começava com força.
O show funcionou como um ponto de ancoragem para o Rock in Rio 2026 — um lembrete de que o festival continua atraindo artistas que definiram gerações de ouvintes e que ainda possuem a capacidade de preencher estádios e criar momentos memoráveis. Para quem acompanhava o festival desde suas primeiras edições, havia algo de circular e satisfatório em ver Grohl retornar a esse palco específico, em um momento em que sua banda segue relevante e sua presença continua sendo um evento em si.
Citations marquantes
O Foo Fighters deu ao Rock in Rio 2026 o que se espera de uma grande banda— Cobertura do Estadão