Make Hommus, Brisa do Baru e Mica integram primeiro Folha Gourmet Festival

Sabores que escapam do convencional em um único espaço
O festival reúne vinte restaurantes premiados em novembro no Parque Villa-Lobos.
Mark

Por que a Folha decidiu fazer um festival gastronômico agora, em novembro?

Mimi

É o primeiro evento desse tipo que a Folha organiza na capital. Eles reuniram vinte restaurantes em um só lugar, o que permite que as pessoas experimentem várias cozinhas em um fim de semana.

Luke

Mas a gente não sabe por que escolheram novembro especificamente, ou se há alguma razão estratégica por trás disso. O material não explica.

Mark

E quanto aos restaurantes escolhidos — como decidiram quais entram?

Mimi

Parece que priorizaram estabelecimentos premiados pela própria Folha ou que têm reconhecimento crítico. O Make Hommus ganhou melhor cozinha do Oriente Médio, a Mica foi eleita melhor chocolateria pelo segundo ano seguido.

Luke

Verdade, mas vinte restaurantes é um número grande. O texto só detalha cinco ou seis. Não sabemos quem são os outros catorze, nem qual foi o critério completo de seleção.

Mark

Qual é o diferencial da Mica que a faz tão especial?

Mimi

Michelle Kallas, que é doceira e ex-advogada, criou a marca em 2017 apostando em bombons criativos com ingredientes inusitados — batata chips, azeite de oliva. Sai do chocolate tradicional.

Luke

Isso é criativo, mas o texto não explica por que esses ingredientes funcionam juntos ou o que torna a experiência memorável. É mais um catálogo de características.

Mark

E o público — quem é esperado que vá?

Mimi

A promoção inicial oferece dois ingressos pelo preço de um, mais três meses de assinatura da Folha. Parece que estão tentando atrair leitores e criar uma base de assinantes.

Luke

Exato. Mas não há informação sobre quantas pessoas esperam receber, ou se há limite de capacidade no Parque Villa-Lobos. É um detalhe importante que falta.

  • Pela primeira vez, a Folha de S.Paulo transforma sua autoridade gastronômica em experiência presencial, apostando que o jornalismo pode criar encontros — e não apenas narrá-los.
  • Vinte bares e restaurantes premiados disputam atenção em um único espaço, criando uma tensão deliciosa entre identidades culinárias tão distintas quanto a cozinha coreana do Komah e os frutos do mar do Brisa do Baru.
  • A promoção de dois ingressos pelo preço de um e a oferta de três meses de assinatura gratuita da Folha revelam uma estratégia clara: transformar o festival em porta de entrada para um ecossistema maior de gastronomia e jornalismo.
  • Com programação musical assinada pelo Blue Note São Paulo, debates, área infantil e feira de produtores artesanais, o evento se recusa a ser apenas um festival de comida — quer ser um acontecimento cultural completo.
  • Os dias 7, 8, 14 e 15 de novembro no Parque Villa-Lobos já se desenham como um destino obrigatório para quem entende que comer bem é também uma forma de entender o mundo.

Em novembro, São Paulo se torna palco de um encontro entre tradição e reinvenção: a Folha de S.Paulo inaugura seu primeiro festival gastronômico, reunindo vinte casas premiadas no Parque Villa-Lobos. O evento não é apenas uma celebração do sabor, mas um convite à reflexão sobre como a culinária — do húmus árabe ao bombom com batata chips — pode ser um espelho das culturas que nos formam. Em tempos de fragmentação, a mesa comum permanece um dos gestos mais humanos que existem.

São Paulo receberá em novembro seu primeiro festival gastronômico organizado pela Folha de S.Paulo. O Folha Gourmet Festival acontece nos dias 7, 8, 14 e 15 no Parque Villa-Lobos, zona oeste da cidade, reunindo vinte bares e restaurantes em um único espaço dedicado a sabores que vão do Oriente Médio à América Latina.

Três estabelecimentos já confirmados carregam prêmios recentes da própria Folha. O Make Hommus. Not War, eleito melhor restaurante de cozinha do Oriente Médio, é comandado pelo chef Fred Caffarena, que reimagina a tradicional pasta árabe de grão-de-bico. A Mica Crafted Chocolates, fundada pela ex-advogada Michelle Kallas, conquistou pelo segundo ano consecutivo o título de melhor chocolateria — seus bombons surpreendem com ingredientes como batata chips e azeite de oliva. Já o Brisa do Baru, sob direção do chef colombiano Dagoberto Torres, aposta em pequenas porções para compartilhar, com destaque para peixes e frutos do mar da América Latina.

O festival conta ainda com Alex Atala e seu Dalva e Dito, Telma Shiraishi com o Aizomê, além do Komah, do Lena e do Quincho, que celebra os vegetais como protagonistas. A curadoria é de Marília Miragaia, editora do Guia Folha + Comida, com apoio da produtora Andrea Schwarz, responsável também por uma feira de produtores artesanais integrada ao evento.

Os ingressos partem de cinquenta reais, com meia-entrada a vinte e cinco, vendidos pela Sympla. Quem comprar agora garante dois tíquetes pelo preço de um e três meses de assinatura gratuita da Folha, com acesso ao Clube Folha Gourmet. A programação musical fica a cargo do Blue Note São Paulo, com André Frateschi entre as atrações. O evento terá ainda debates sobre gastronomia, espaços de vinho e cerveja, área infantil e zona de piqueniques.

São Paulo vai receber em novembro seu primeiro festival gastronômico organizado pela Folha de S.Paulo, um evento que reúne vinte dos melhores bares e restaurantes da cidade em um único espaço. O Folha Gourmet Festival acontece nos dias 7, 8, 14 e 15 de novembro no Parque Villa-Lobos, na zona oeste, e promete trazer sabores que escapam do convencional — desde a culinária do Oriente Médio até criações que reinventam ingredientes clássicos.

Três estabelecimentos já confirmados carregam prêmios recentes. O Make Hommus. Not War foi eleito melhor restaurante de cozinha do Oriente Médio pela Folha; seu chef Fred Caffarena trabalha com a tradição árabe e reimagina o húmus, a pasta de grão-de-bico e tahine que dá nome à casa. A Mica Crafted Chocolates, fundada em 2017 pela doceira e ex-advogada Michelle Kallas, conquistou pela segunda vez consecutiva o prêmio de melhor chocolateria da Folha — seus bombons usam ingredientes inesperados como batata chips e azeite de oliva. O Brisa do Baru, elogiado pela crítica gastronômica, oferece pequenas porções para compartilhar com receitas da América Latina, sob a direção do chef colombiano Dagoberto Torres, que também comanda o Baru Marisqueria; peixes e frutos do mar são destaque do cardápio.

O festival reúne ainda restaurantes de chefs consagrados. Alex Atala leva o Dalva e Dito, e Telma Shiraishi traz o Aizomê. Também participam o Komah, especializado em cozinha coreana, o Lena, aberto em Pinheiros pelo mineiro Mário Santiago, e o Quincho, conhecido por dar protagonismo aos vegetais. A curadoria é de Marília Miragaia, editora do Guia Folha + Comida, com apoio da produtora Andrea Schwarz, que também organiza uma feira de produtores artesanais no evento.

Os ingressos custam a partir de cinquenta reais, com meia-entrada a vinte e cinco reais, vendidos pela plataforma Sympla. Quem comprar agora aproveita uma promoção: dois tíquetes pelo preço de um, além de três meses de assinatura gratuita da Folha, incluindo acesso ao Clube Folha Gourmet, que oferece a promoção de um prato grátis a cada compra em mais de duzentos restaurantes parceiros.

A programação vai além das mesas. O Blue Note São Paulo, filial da tradicional casa de jazz nova-iorquina fundada em 1981, assina a programação musical. André Frateschi, intérprete de Legião Urbana e David Bowie, é uma das atrações confirmadas. O festival também terá debates sobre gastronomia, espaços dedicados a vinho e cerveja, área infantil e zona de piqueniques. O evento funciona aos sábados das doze às vinte e duas horas, e aos domingos das doze às vinte horas.

A Mica aposta em bombons criativos que usam ingredientes que fogem do tradicional, como batata chips e azeite de oliva
— Descrição da marca no festival
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