Nos primeiros sete pregões de agosto, investidores estrangeiros retiraram R$ 11,93 bilhões da B3 — um ritmo que, se mantido, tornará o mês um dos mais intensos em fuga de capital de 2026. O movimento não é apenas financeiro: é um sinal de que o Brasil, que começou o ano como destino atraente, enfrenta agora uma confluência rara de desconfiança global e incerteza doméstica. Entre a ascensão da inteligência artificial como novo polo de atração do capital internacional e a sombra das eleições de outubro, o país vê sua atratividade ser testada com urgência crescente.