Em um momento em que o mercado imobiliário de luxo brasileiro busca consolidação, a JHSF apresentou resultados históricos no segundo trimestre de 2026 e anunciou uma meta que redefine sua escala: triplicar o EBITDA para R$ 2 bilhões até 2028. A companhia não aposta em um único vetor de crescimento, mas em cinco verticais simultâneas — shoppings, hospitalidade, aeroportos, residências e gestão de ativos — como se construísse não apenas empreendimentos, mas um ecossistema de riqueza. O que está em jogo é a transformação de uma empresa já consolidada em algo de outra magnitude.