No extremo norte do Brasil, onde o Rio Amazonas encontra o Atlântico, a Petrobras confirmou uma descoberta que pode reescrever o mapa energético do país: petróleo em águas profundas da Margem Equatorial do Amapá, com reservas estimadas entre 10 e 30 bilhões de barris. O achado chega carregado de promessas — emprego, desenvolvimento regional, financiamento da transição energética — mas também de perguntas que o mundo não deixará sem resposta, sobre como uma nação que sediou a COP 30 equilibrará a extração de combustível fóssil com os compromissos ambientais que assinou diante de todos.