Nas profundezas da margem equatorial brasileira, onde o rio mais caudaloso do mundo encontra o oceano, a Petrobras sinalizou que a fronteira energética do país ainda guarda segredos por revelar. A identificação de hidrocarbonetos no poço Morpho, a 2.886 metros de profundidade e 175 quilômetros da costa do Amapá, não é apenas um achado geológico — é um gesto estratégico de uma empresa que busca equilibrar a recomposição de reservas com as exigências de uma transição energética em curso. O anúncio chega acompanhado de R$ 536,7 milhões em novas subvenções governamentais, lembrando que a estatal h