Vinte e cinco anos após os ataques de 11 de Setembro, documentos recém-divulgados confirmam que autoridades de Nova York possuíam dados concretos sobre a toxicidade do ar em Manhattan e optaram pelo silêncio em vez do alerta. O que se apresentou ao público como normalidade era, nos bastidores institucionais, uma crise de saúde reconhecida e não declarada. O custo dessa escolha se revela agora em números que superam os das próprias torres: mais de seis mil mortes atribuídas à exposição ao ar contaminado, contra as quase três mil vítimas diretas dos ataques — uma aritmética que transforma a omis
Documentos revelam que NY ocultou toxicidade do ar após 11 de Setembro
A exposição ao ar tóxico após o 11 de Setembro resultou em mortes que ultrapassam em mais do dobro o número de vítimas dos ataques terroristas.
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