Em São Bernardo do Campo, o céu de setembro anuncia uma transição que a natureza conhece bem: a manhã oferece luz e uma trégua seca, enquanto a tarde convoca as nuvens e a chuva para lembrar aos habitantes que o controle do tempo nunca esteve em mãos humanas. Por dois dias consecutivos, a instabilidade atmosférica convida a cidade a repensar seus ritmos, seus planos e sua relação com o imprevisível.