Em fevereiro, o YouTube erguerá o limiar de entrada para sua economia criativa, dobrando as exigências de horas assistidas e visualizações necessárias para que novos canais acessem a monetização. A decisão, que não toca quem já está no sistema, revela uma plataforma que amadurece e seleciona — priorizando criadores com audiências consolidadas num ecossistema cada vez mais disputado. É o sinal de que crescer no YouTube exigirá, daqui em diante, mais fôlego antes de colher os primeiros frutos.