Em Portugal, onde dezenas de milhares de estudantes enfrentam anualmente a escassez de alojamento digno, a promotora imobiliária Vidór — conduzida pela quarta geração da família Duarte — anuncia a construção da maior residência estudantil do país, com 2.200 camas junto ao polo universitário da Asprela, no Porto. Com um investimento de 100 milhões de euros, o projeto não pretende resolver sozinho uma crise estrutural de décadas, mas representa um sinal de que o mercado privado começa a olhar para uma necessidade que o Estado nunca conseguiu suprir plenamente. É, no fundo, a história recorrente