A Toyota prepara-se para reescrever, em silêncio, a gramática das suas linhas de montagem: a partir de 2027, as baterias de níquel-hidreto metálico darão lugar às de iões de lítio em cerca de 600 mil veículos anuais, apenas no Japão. Esta transição não é apenas tecnológica — é uma declaração de que os híbridos continuam a ser o coração económico da marca, responsáveis por mais de metade das suas vendas globais. Num mundo que debate o futuro da mobilidade, a Toyota responde com pragmatismo: melhorar o que já funciona, enquanto constrói o que ainda está por vir.