A Suécia chega a um momento eleitoral que transcende a rotina democrática: num país historicamente associado ao consenso e ao bem-estar, a fragmentação política e o discurso anti-imigração redefinem o que significa ser sueco. A extrema-direita, antes à margem, posiciona-se agora como força capaz de moldar ou integrar o próximo governo, enquanto eleitores carregam às urnas ansiedades sobre declínio econômico, serviços públicos deteriorados e influências externas. O que se decide em Estocolmo ressoa além das fronteiras nórdicas — como um espelho do temperamento político que percorre toda a Europ
Suécia vai às urnas em eleição acirrada marcada por imigração e extrema direita
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