Na madrugada de um sábado de setembro, um prédio em construção desabou sobre uma casa vizinha na Penha, em São Paulo, ceifando duas vidas — entre elas, a de uma mulher grávida. O que se revelou nas horas seguintes não foi apenas uma tragédia estrutural, mas o rastro de anos de fiscalização falha, laudos questionáveis e ordens judiciais ignoradas. A cidade agora se vê diante de uma pergunta que vai além dos escombros: como o Estado pode atestar a conclusão de algo que nunca foi feito?
Prefeitura investiga fiscalização de obra que desabou na Penha e deixou duas mortas
Duas mulheres mortas, uma delas grávida; criança de 7 anos e homem de 30 anos feridos; três residências interditadas.