Quaest: Cleitinho lidera com 54% dos votos válidos em Minas Gerais

54% dos votos válidos, acima do patamar necessário para vencer sem segundo turno
Cleitinho Azevedo chega à véspera da eleição em Minas Gerais com margem confortável segundo a Quaest.
Mark

Como funciona exatamente essa marca de 50% dos votos válidos que aparece na reportagem?

Mimi

Os votos válidos são aqueles que contam de verdade para a eleição — excluem votos em branco, nulos e abstenções. A lei eleitoral diz que se um candidato conseguir mais de 50% desses votos válidos, ele vence no primeiro turno. Cleitinho chegou a 54%, então está acima dessa marca.

Luke

Mas qual é a margem de segurança dele? A pesquisa tem margem de erro de dois pontos.

Mimi

Verdade. Se a margem de erro funcionar contra ele, ele poderia cair para 52%. Ainda assim, acima dos 50%. Mas é importante notar que pesquisa é pesquisa — não é voto de verdade.

Mark

E por que Patrus está tão atrás? Ele é do PT, que tem força nacional.

Mimi

A pesquisa mostra 23% para ele. Há 31 pontos de diferença entre Cleitinho e Patrus. Isso é um abismo em uma eleição.

Luke

Mas também vale lembrar que a Datafolha, divulgada dias antes, mostrou Cleitinho com 49% dos votos válidos, não 54%. Não é a mesma coisa.

Mark

Qual é a explicação para Cleitinho ter crescido oito pontos em uma semana?

Mimi

A pesquisa anterior, de 29 de setembro, o tinha com 37% dos votos totais. Agora está com 45%. Pode ser movimento de indecisos se definindo, ou pessoas que antes não pretendiam votar decidindo participar.

Luke

E os indecisos caíram de 11% para 4%. Isso é uma queda significativa. Mas também cresceu de 9% para 12% o número de pessoas que dizem que vão votar em branco, anular ou não ir votar. Então nem todos os indecisos foram para Cleitinho.

Mark

O que isso significa para o domingo?

Mimi

Se os números se confirmarem, Cleitinho vence no primeiro turno. Não há segundo turno.

Luke

Se os números se confirmarem. Pesquisa é um retrato de um momento específico — neste caso, dias 2 e 3 de outubro, com 3.204 pessoas. Coisas podem mudar.

  • Cleitinho Azevedo chega à véspera da eleição com 54% dos votos válidos — margem suficiente para encerrar a disputa já no primeiro turno, sem necessidade de segundo turno.
  • A distância de 31 pontos para Patrus Ananias (23%) e de 44 pontos para Alexandre Kalil (10%) retira qualquer suspense competitivo da corrida ao governo mineiro.
  • Em menos de uma semana, Cleitinho saltou de 37% para 45% nos votos totais, absorvendo grande parte dos eleitores que ainda estavam indecisos.
  • A indecisão despencou de 11% para 4%, enquanto a fatia de brancos, nulos e abstenções cresceu de 9% para 12%, indicando que parte do eleitorado optou pelo afastamento em vez da escolha.
  • O Datafolha, divulgado dois dias antes, já apontava 49% dos votos válidos para Cleitinho, confirmando uma tendência consistente de domínio que atravessou diferentes institutos e metodologias.

Na véspera de uma eleição estadual em Minas Gerais, os números chegam com a força de um veredicto antecipado. Cleitinho Azevedo, do Republicanos, aparece com 54% dos votos válidos na última pesquisa Quaest antes do domingo, ultrapassando o limiar legal de 50% que dispensa um segundo turno. A distância de 31 pontos para o segundo colocado, Patrus Ananias, e a queda abrupta da indecisão de 11% para 4% sugerem que o eleitorado mineiro, nas horas finais da campanha, já havia feito as pazes com sua escolha.

A última pesquisa Quaest antes da eleição ao governo de Minas Gerais, divulgada no sábado, 3 de outubro, pintou um quadro de desfecho antecipado. Cleitinho Azevedo, do Republicanos, aparece com 54% dos votos válidos — acima dos 50% exigidos por lei para vencer no primeiro turno. Patrus Ananias, do PT, registra 23%, e Alexandre Kalil, do PDT, 10%, deixando uma diferença de 31 e 44 pontos, respectivamente, em relação ao líder. Os demais candidatos — Roscoe, Mateus Simões, Gabriel, Ben Mendes e outros — somam fatias modestas, sem capacidade de alterar o panorama.

O levantamento ouviu 3.204 eleitores mineiros nos dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de confiança, encomendado pela Globo e registrado na Justiça Eleitoral. Quando se observa o universo total de entrevistados, Cleitinho salta de 37% para 45% em relação à pesquisa anterior, de 29 de setembro — crescimento de oito pontos em menos de uma semana.

O dado mais revelador talvez seja o colapso da indecisão: de 11% para apenas 4%. O eleitorado que ainda hesitava parece ter se decidido em peso pelo candidato do Republicanos, enquanto uma parcela menor migrou para brancos, nulos ou abstenção, que cresceram de 9% para 12%. O Datafolha, publicado em 1º de outubro, já apontava 49% dos votos válidos para Cleitinho, reforçando a consistência da tendência. Com a votação marcada para o domingo, o cenário que se desenhava era o de uma definição sem segundo ato.

A véspera da eleição para o governo de Minas Gerais chegou com números que apontam para um desfecho sem suspense. Cleitinho Azevedo, do Republicanos, aparece com 54% dos votos válidos segundo a pesquisa Quaest divulgada no sábado, 3 de outubro — o último levantamento do instituto antes da votação no domingo. Esse percentual o coloca acima do patamar de 50% exigido pela legislação eleitoral para vencer já no primeiro turno, sem necessidade de segundo turno.

O segundo colocado, Patrus Ananias do PT, registra 23% dos votos válidos, deixando uma distância de 31 pontos percentuais entre ele e o líder. Alexandre Kalil, do PDT, aparece em terceiro com 10%, ficando 44 pontos atrás de Cleitinho. Os demais candidatos ocupam posições bem mais modestas: Flávio Roscoe (PL) com 6%, Mateus Simões (PSD) com 4%, Gabriel (MDB) com 2%, e Ben Mendes (Missão) com 1%. Henrique Áreas, Indira Xavier, Professor Túlio Lopes e Rafael Duda não ultrapassam a marca de 1%.

A pesquisa entrevistou 3.204 eleitores mineiros com 16 anos ou mais nos dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento foi encomendado pela Globo e registrado na Justiça Eleitoral sob o número MG-06889/2026.

Quando se considera o universo total de entrevistados — incluindo indecisos, votos brancos, nulos e abstenções — o cenário mostra movimento ainda mais favorável a Cleitinho. Ele aparece com 45% dos votos totais, crescimento de oito pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, divulgada em 29 de setembro, quando tinha 37%. Patrus subiu de 18% para 19%, enquanto Kalil oscilou de 9% para 8%. Roscoe passou de 5% para 6%, e Mateus Simões recuou de 6% para 3%. Gabriel manteve-se em 2%, e Ben Mendes caiu de 2% para 1%.

O que chama atenção é a redução drástica da indecisão. Enquanto na pesquisa anterior 11% dos entrevistados ainda não sabiam em quem votar, agora esse número caiu para apenas 4%. Ao mesmo tempo, aqueles que declaram intenção de votar em branco, anular o voto ou não comparecer aumentaram de 9% para 12%.

Este não é o único levantamento a apontar Cleitinho na liderança confortável. Uma pesquisa Datafolha divulgada em 1º de outubro registrou 49% dos votos válidos para o candidato do Republicanos, 20% para Patrus e 13% para Kalil, confirmando a tendência de domínio do Republicanos na disputa.

A trajetória de Cleitinho na pesquisa Quaest revela consolidação de apoio nas semanas finais da campanha. O crescimento de oito pontos nos votos totais em menos de uma semana sugere movimento de eleitores que estavam indecisos ou que não tinham definido sua participação na eleição. Com a votação marcada para o domingo, 4 de outubro, o cenário que se desenha é o de uma possível definição já no primeiro turno, sem necessidade de segundo turno.

O percentual de 54% coloca Cleitinho numericamente acima da marca exigida pela legislação eleitoral para a definição da disputa já no primeiro turno
— Pesquisa Quaest
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