Na véspera de uma eleição estadual, os números de uma pesquisa raramente são apenas estatísticas — são o reflexo momentâneo de uma vontade coletiva em formação. Em Minas Gerais, a última sondagem Quaest antes do primeiro turno de outubro de 2026 retrata Cleitinho Azevedo, do Republicanos, com 54% dos votos válidos para o governo estadual, distância que, se confirmada nas urnas, encerraria a disputa sem necessidade de segundo turno. O levantamento, realizado com mais de três mil eleitores, coloca Patrus Ananias em segundo lugar com 23% e Alexandre Kalil em terceiro com 10% — uma configuração qu
Quaest: Cleitinho lidera com 54% dos votos válidos em MG; Patrus tem 23%
Cleitinho lidera com 54%, distante de seus concorrentes
Por que essa pesquisa importa? É só mais um número antes da eleição?
Não é só um número. É a última medição antes das urnas abrirem, feita com 3.204 eleitores e margem de erro de dois pontos. Mostra se a corrida está aberta ou definida.
Mas pesquisa não é resultado. Cleitinho tem 54%, mas isso é votos válidos — não inclui brancos e nulos. E a margem de erro é de dois pontos, então tecnicamente ele poderia estar entre 52% e 56%.
Entendi. E quanto aos outros candidatos? Patrus com 23% é uma distância real ou está dentro da margem de erro?
A distância entre Cleitinho e Patrus é de 31 pontos. Mesmo considerando a margem de erro, Cleitinho sairia de 52% e Patrus chegaria a 25% — ainda uma diferença de 27 pontos. É uma vantagem estrutural.
Verdade. Mas a pesquisa foi feita entre sexta e sábado. Muita coisa pode mudar entre a pesquisa e o voto. Não sabemos como os indecisos votarão.
Kalil com 10% é terceiro lugar consolidado?
Sim. Ele está a 13 pontos de Patrus. A terceira posição parece segura para ele.
Segura dentro da margem de erro, claro. Mas a pesquisa não nos diz nada sobre o segundo turno, se houver. Só sobre o primeiro turno.
E aqueles candidatos com 0%? Eles realmente têm zero votos?
Não. Eles têm menos de 1%, arredondado para zero. Henrique Áreas, Indira Xavier, Professor Túlio Lopes e Rafael Duda existem na corrida, mas são marginais segundo essa medição.
El Pulso
- Com 54% dos votos válidos, Cleitinho Azevedo supera sozinho o limiar necessário para vencer no primeiro turno — mais da metade dos votos válidos —, tornando a eleição uma questão de confirmação, não de disputa.
- A distância de 31 pontos percentuais entre o líder e o segundo colocado, Patrus Ananias (PT, 23%), retira qualquer tensão de virada e transforma o pleito em uma corrida pelo segundo lugar.
- Alexandre Kalil (PDT, 10%), Flávio Roscoe (PL, 6%) e Mateus Simões (PSD, 4%) disputam posições secundárias que pouco alteram o quadro geral, enquanto quatro candidatos sequer alcançam 1%.
- A pesquisa, encomendada pela Globo e registrada na Justiça Eleitoral, foi divulgada no sábado — véspera do voto —, momento em que os números ganham peso máximo sobre a percepção do eleitorado.
- O cenário aponta para uma possível definição já no primeiro turno, poupando Minas Gerais de um segundo round e consolidando Azevedo como favorito absoluto na maior eleição estadual do país.
Na véspera de uma eleição estadual, os números de uma pesquisa raramente são apenas estatísticas — são o reflexo momentâneo de uma vontade coletiva em formação. Em Minas Gerais, a última sondagem Quaest antes do primeiro turno de outubro de 2026 retrata Cleitinho Azevedo, do Republicanos, com 54% dos votos válidos para o governo estadual, distância que, se confirmada nas urnas, encerraria a disputa sem necessidade de segundo turno. O levantamento, realizado com mais de três mil eleitores, coloca Patrus Ananias em segundo lugar com 23% e Alexandre Kalil em terceiro com 10% — uma configuração que sugere menos uma corrida e mais uma consagração antecipada.
A última pesquisa Quaest antes do primeiro turno das eleições em Minas Gerais, divulgada no sábado, 3 de outubro de 2026, apresenta um quadro de vantagem expressiva para Cleitinho Azevedo, do Republicanos. Com 54% dos votos válidos para o governo estadual, o candidato supera em 31 pontos percentuais seu principal adversário, Patrus Ananias, do PT, que aparece com 23%. Em terceiro lugar, Alexandre Kalil, pelo PDT, registra 10% das intenções de voto.
Os demais candidatos figuram com números modestos: Flávio Roscoe (PL) com 6%, Mateus Simões (PSD) com 4%, Gabriel (MDB) com 2% e Ben Mendes (Missão) com 1%. Outros quatro candidatos não chegam a 1% nas intenções de voto. A soma de todos os adversários de Azevedo ainda não alcançaria sua marca individual.
O levantamento ouviu 3.204 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 2 e 3 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Foi encomendado pela Globo e registrado na Justiça Eleitoral sob o número MG-06889/2026. A metodologia considera o perfil de comparecimento dos eleitores e exclui votos brancos e nulos do cálculo dos votos válidos.
Como a legislação eleitoral exige mais de 50% dos votos válidos para a vitória no primeiro turno, os 54% projetados pela pesquisa colocariam Azevedo em posição de encerrar a disputa já no domingo — sem necessidade de um segundo turno.
A última pesquisa Quaest divulgada antes do primeiro turno das eleições em Minas Gerais mostra uma disputa com contornos bem definidos. Cleitinho Azevedo, do Republicanos, aparece com 54% dos votos válidos para o governo estadual — uma vantagem de 31 pontos percentuais sobre seu principal concorrente. O levantamento foi realizado entre sexta-feira e sábado, 2 e 3 de outubro, e ouviu 3.204 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Patrus Ananias, do PT, ocupa a segunda posição com 23% das intenções de voto. Alexandre Kalil, pelo PDT, vem em terceiro lugar com 10%. Essa configuração deixa claro que, mesmo somando os votos dos dois principais adversários de Azevedo, o candidato do Republicanos manteria uma margem confortável. Os demais candidatos registram números bem menores: Flávio Roscoe (PL) com 6%, Mateus Simões (PSD) com 4%, Gabriel (MDB) com 2% e Ben Mendes (Missão) com 1%. Quatro candidatos — Henrique Áreas (PCO), Indira Xavier (UP), Professor Túlio Lopes (PCB) e Rafael Duda (PSTU) — não atingem sequer 1% nas intenções de voto.
A pesquisa foi encomendada pela Globo e registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-06889/2026. Ela foi divulgada no sábado, véspera do primeiro turno, que ocorria no domingo, 4 de outubro. Para vencer a eleição para o governo estadual ainda no primeiro turno, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos — ou seja, 50% mais um voto. Com 54%, Cleitinho Azevedo já ultrapassaria esse patamar segundo a pesquisa.
A metodologia da Quaest para calcular votos válidos considera as intenções de voto registradas na pesquisa e o perfil de comparecimento dos eleitores. O modelo leva em conta aqueles com maior propensão a comparecer às urnas. Votos brancos e nulos não entram no cálculo dos votos válidos — apenas os votos dados diretamente aos candidatos são considerados pela Justiça Eleitoral para a divulgação oficial do resultado.
O cenário capturado pela pesquisa na véspera da eleição aponta para uma possível definição do pleito já no primeiro turno, com Cleitinho Azevedo em posição de vantagem significativa sobre seus concorrentes.
Citas Notables
Para vencer uma eleição para o governo estadual ainda no primeiro turno, um candidato precisa obter mais da metade dos votos válidos, ou seja, 50% mais um voto.— Metodologia da pesquisa Quaest