Nos anos que se seguiram à pandemia, consultórios de neurologia passaram a registrar um padrão inquietante: o esquecimento tornou-se queixa universal, atravessando gerações. O neurologista Jamyllo Sales observa que a COVID-19 não apenas agrediu o cérebro diretamente — por meio da neuroinflamação — mas também deixou feridas psicológicas coletivas que aceleraram o declínio cognitivo e intensificaram casos de Alzheimer. Diante desse cenário, a medicina é chamada a uma distinção fundamental: nem todo esquecimento é doença, e confundir sintoma com diagnóstico pode custar anos preciosos de tratament
Pandemia intensifica esquecimento e alzheimer, alerta neurologista
Milhões de pessoas afetadas por deficiências cognitivas e esquecimento precoce pós-pandemia, impactando qualidade de vida e rotina diária.