Aos 34 anos, Neymar continua protagonizando cenas que desconcertam não pela intensidade competitiva, mas pela ausência de maturidade emocional que delas emana. O que se observa em campo — provocações, simulações, gestos infantis — é, segundo analistas, o reflexo de uma vida inteira protegida do contato real com a derrota e a crítica. A questão que a coluna levanta não é sobre talento, mas sobre o que acontece quando um ser humano cresce sem aprender que perder também é parte do jogo.