No cruzamento entre medicina, ética esportiva e cultura de celebridades, os medicamentos GLP-1 — popularizados pela confissão pública de Serena Williams — emergem como o mais recente campo de batalha sobre os limites do que é permitido no esporte profissional. Substâncias que prometem perda de peso e benefícios cardiovasculares ainda não são proibidas pelas agências antidoping, mas sua presença crescente levanta uma pergunta antiga com nova urgência: onde termina o tratamento e começa a vantagem?