Quando uma fintech colapsa, as ondas de choque percorrem toda a cadeia de pagamentos — e a questão de quem, afinal, deve absorver o prejuízo revela as fraturas ocultas nos acordos que sustentam o dinheiro digital. A Mastercard, diante de uma conta estimada em R$ 5 bilhões deixada pelo colapso do Will Bank, propôs às adquirentes brasileiras um acordo híbrido: metade em dinheiro, metade em serviços antifraude. A disputa, que envolve Stone, Cielo, Rede e PagSeguro, não é apenas financeira — é uma batalha sobre os limites da responsabilidade das bandeiras quando o ecossistema que elas orquestram d