No Píer Mauá do Rio de Janeiro, Malala Yousafzai — a jovem paquistanesa que sobreviveu a um atentado talibã aos 15 anos por defender o direito de meninas estudarem — trouxe à Rio Innovation Week uma convicção forjada na própria carne: a tecnologia não é privilégio, mas ponte entre o silêncio imposto e a voz que a educação liberta. Diante de um mundo onde 120 milhões de meninas ainda vivem à margem do conhecimento formal, ela lembrou que transformar essa realidade não é tarefa de heróis solitários, mas de sociedades que escolhem, juntas, sonhar à altura do problema.
Malala defende tecnologia como ferramenta para democratizar educação
Malala sofreu atentado do Talibã aos 15 anos por defender educação feminina; 120 milhões de meninas globalmente carecem de acesso educacional; mulheres afegãs enfrentam proibição de educação sob regime talibã.