Depois de anos observando enquanto Samsung, Huawei e outros moldavam o mercado de smartphones dobráveis, a Apple entrou nesse segmento com o iPhone Duo — não como pioneira, mas como refinadora. A empresa segue sua tradição histórica de chegar tarde e tentar chegar melhor, apostando que décadas de expertise em design, software e ecossistema valem mais do que anos de antecedência. O que está em jogo não é apenas um produto, mas a pergunta perene sobre se a excelência técnica consegue reescrever as lealdades já formadas pelo tempo.