À medida que as eleições de 2026 se aproximam, a Procuradoria-Geral Eleitoral deu um passo inédito ao investigar formalmente se as grandes plataformas de inteligência artificial estão respeitando as normas eleitorais brasileiras — normas que proíbem chatbots de ranquear candidatos ou influenciar preferências políticas. O movimento nasce da confluência entre denúncias da sociedade civil, relatórios de pesquisa e reportagens jornalísticas que apontam, de forma convergente, para o descumprimento dessas regras. É um momento em que a democracia se vê diante de um espelho novo: ferramentas capazes d