No mesmo dia em que tarifas adicionais americanas de 25% sobre produtos brasileiros entraram em vigor, o Ibovespa subiu 2,44% e o dólar recuou — um aparente paradoxo que revela como os mercados raramente seguem uma lógica linear. Petrobras e Vale, gigantes do índice, foram sustentadas por forças globais — petróleo próximo de US$ 95 e fundamentos operacionais sólidos — que superaram, ao menos por ora, o peso da medida comercial. O risco tarifário já havia sido gradualmente absorvido pelos preços, e o elevado diferencial de juros brasileiro manteve o real firme. A história, porém, ainda não term