Em setembro de 2026, as Nações Unidas elevaram a inteligência artificial ao patamar das grandes ameaças existenciais da história humana — não como metáfora, mas como posição diplomática formal. O alerta, emitido por um representante de um organismo que fala em nome de quase 200 nações, sinaliza que a questão deixou os laboratórios e os fóruns acadêmicos para entrar nas salas onde o destino coletivo é negociado. O que está em jogo não é apenas a tecnologia em si, mas a capacidade da humanidade de governar aquilo que ela mesma cria.