Apple deve anunciar primeiro iPhone dobrável nesta quarta-feira

Um iPhone que se dobra pode redefinir o mercado inteiro
A Apple finalmente entra no segmento de celulares dobráveis, potencialmente transformando o que é possível em um smartphone.
Mark

Por que agora? A Samsung faz celulares dobráveis desde 2019. Por que a Apple espera até 2026?

Mimi

A Apple não é a primeira, mas quando entra em um mercado, tende a defini-lo. Ela provavelmente esperou até ter uma solução que considerasse pronta — durabilidade, software otimizado, experiência de usuário completa.

Luke

Mas a gente não sabe isso. Ninguém confirmou ainda. Temos rumores de duas fontes de imprensa, mas a Apple não falou nada.

Mark

Qual é o tamanho real? Passaporte e tablet são comparações, mas não são medidas.

Mimi

Exatamente. A ideia é que seja portátil quando fechado — cabe no bolso — e produtivo quando aberto. Tipo um iPad mini, mas dobrável.

Luke

Certo, mas ninguém sabe as dimensões exatas. Pode ser que quando sair, as pessoas fiquem decepcionadas com o tamanho da tela aberta, ou que seja muito grosso quando fechado.

Mark

Dois mil dólares é muito mesmo?

Mimi

Para um smartphone, sim. Mas a Apple já vende iPhones Pro Max por mais de mil e quinhentos. Dois mil é um salto, mas não é impossível para quem quer o melhor.

Luke

Mas aí está o risco. Quantas pessoas vão pagar dois mil dólares por um iPhone dobrável quando podem comprar um iPhone normal e um iPad por menos? A Samsung vende dobráveis, mas não em volume gigantesco.

Mark

O que muda para o usuário comum?

Mimi

Tudo. Se você trabalha com criação de conteúdo, edição, produtividade, um iPhone que vira tablet é revolucionário. Você não precisa mais carregar dois aparelhos.

Luke

Verdade, mas isso só vale se o software realmente aproveita a tela maior. Se o iOS não for otimizado para isso, é só um iPhone grande e caro.

  • A Apple está prestes a revelar seu primeiro iPhone dobrável em evento marcado para esta quarta-feira, encerrando anos de rumores e especulações no setor de tecnologia.
  • O aparelho promete funcionar como dois dispositivos em um — compacto como um passaporte quando fechado, expansivo como um tablet quando aberto —, desafiando a lógica do smartphone convencional.
  • O preço estimado de mais de US$ 2 mil coloca o produto em território de alto risco: mesmo o público fiel à Apple pode hesitar diante de um valor sem precedentes na linha iPhone.
  • A Samsung abriu esse caminho em 2019, mas a entrada da Apple no segmento é vista como o verdadeiro ponto de inflexão — capaz de legitimar e acelerar a adoção dos dobráveis no mercado global.
  • O anúncio desta quarta dirá se a Apple realmente acredita que o smartphone do futuro se dobra, ou se o mercado ainda não está pronto para acompanhar esse salto.

Quase duas décadas depois de reinventar o telefone, a Apple se prepara para dobrar — literalmente — sua visão do que um smartphone pode ser. Nesta quarta-feira, a empresa deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável, um aparelho que transita entre o tamanho de um passaporte e a tela de um tablet, carregando consigo a promessa de produtividade expandida e um preço estimado acima de dois mil dólares. Quando a criadora do iPhone moderno decide que o futuro é flexível, o mercado costuma escutar.

A Apple está prestes a dar um de seus passos mais ousados desde o lançamento do iPhone original. Nesta quarta-feira, a empresa deve apresentar seu primeiro celular dobrável durante um evento às 14h (horário de Brasília), ao lado de outros modelos da linha iPhone 18. A informação foi antecipada pela Bloomberg e pelo New York Times.

O novo aparelho funcionará como dois dispositivos em um: fechado, cabe no bolso com o tamanho de um passaporte; aberto, exibe uma tela comparável à de um tablet. Essa dualidade deve trazer funcionalidades de produtividade muito mais robustas do que os iPhones convencionais — aproximando o aparelho do universo do iPad. O projeto, que circulou internamente sob o codinome V68, já era esperado para 2026 segundo reportagem do site The Information publicada no ano anterior.

Filipe Espósito, especialista com 17 anos de cobertura da Apple, considera o dobrável a principal inovação que a marca apresentará ao mercado. Mas ele mesmo aponta a principal sombra sobre o lançamento: o preço. Analistas estimam que o modelo custará mais de dois mil dólares — um valor alto até mesmo para consumidores internacionais acostumados a pagar prêmio pela tecnologia da empresa.

A Apple não é pioneira no segmento — a Samsung chegou lá em 2019 — mas sua entrada tem peso diferente. A empresa que definiu o smartphone moderno raramente entra em um mercado sem intenção de redefinir seus termos. Se o anúncio se confirmar, o iPhone dobrável se somará a uma longa lista de transformações que o aparelho atravessou desde 2007, de cada nova tela a cada novo design. Dobrar pode ser apenas a próxima.

A Apple está prestes a fazer um dos maiores movimentos em sua história de iPhone. Nesta quarta-feira, a empresa deve apresentar seu primeiro celular dobrável — um aparelho que promete redefinir o que um smartphone pode ser. Segundo informações da Bloomberg e do New York Times, o anúncio acontecerá durante um evento marcado para as 14h (horário de Brasília), onde a companhia também revelará outros modelos da linha iPhone 18.

O novo dispositivo funcionará como dois aparelhos em um. Quando fechado, terá o tamanho aproximado de um passaporte — compacto o suficiente para caber no bolso. Ao ser desdobrado, a tela se expande para dimensões semelhantes às de um tablet, abrindo possibilidades que até agora estavam restritas aos iPads. Essa transformação deve permitir que o iPhone dobrável ofereça funcionalidades de produtividade muito mais robustas do que os modelos convencionais, tornando-o uma ferramenta genuinamente versátil para trabalho e criação.

A Apple não é pioneira neste segmento. A Samsung entrou no mercado de celulares dobráveis em 2019, e desde então vários fabricantes exploraram o formato. Mas a chegada da Apple ao segmento marca um ponto de inflexão — quando a empresa que definiu o smartphone moderno decide que o futuro é dobrável, o mercado inteiro tende a seguir. Já em 2024, o site The Information havia reportado que a Apple planejava lançar um modelo dobrável em 2026, e que havia designado o projeto com o codinome interno V68, buscando fornecedores na Ásia para fabricar os componentes necessários.

Filipe Espósito, especialista que acompanha a Apple há 17 anos, vê o iPhone dobrável como a principal inovação que a marca apresentará aos seus usuários. "O aparelho deverá ter o tamanho similar ao de um passaporte quando fechado, ao mesmo tempo que oferece uma tela do tamanho de um tablet ao ser desdobrado. Isso deve permitir que esse iPhone tenha funcionalidades mais próximas às do iPad, ótimo para produtividade", avaliou. Mas há uma ressalva importante: o preço.

Analistas estimam que o novo modelo não custará menos de dois mil dólares no mercado internacional. É um valor extraordinariamente alto, mesmo para um público acostumado a pagar prêmios pela tecnologia Apple. Espósito reconhece que este é um dos principais pontos de atenção. "É um valor alto até mesmo para o público lá fora", disse. A questão que fica em aberto é se consumidores estarão dispostos a investir essa quantia em um iPhone dobrável, ou se a Apple terá de ajustar suas expectativas de adoção.

O anúncio de quarta-feira marca o fim de uma era de especulação. Durante anos, rumores sobre um iPhone dobrável circularam nos círculos de tecnologia. Agora, a Apple finalmente confirmará — ou não — se realmente acredita que o futuro do smartphone é flexível. Se o anúncio se concretizar, será apenas o mais recente em uma série de transformações que o iPhone sofreu desde seu lançamento em 2007: da tela multitoque ao carregamento sem fio, do Touch ID ao USB-C, do design radical do iPhone 12 ao ultrafino iPhone Air de 2025. Cada mudança redefiniu o que era possível. Um iPhone que se dobra pode fazer o mesmo.

O aparelho deverá ter o tamanho similar ao de um passaporte quando fechado, ao mesmo tempo que oferece uma tela do tamanho de um tablet ao ser desdobrado. Isso deve permitir que esse iPhone tenha funcionalidades mais próximas às do iPad, ótimo para produtividade.
— Filipe Espósito, especialista em Apple
É um valor alto até mesmo para o público lá fora
— Filipe Espósito, sobre o preço estimado de US$ 2 mil
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