Em consultórios de dermatologia e cirurgia plástica ao redor do mundo, cresce um fenômeno silencioso: pessoas chegam com imagens de si mesmas geradas por inteligência artificial e pedem para se tornarem aquilo que apenas os algoritmos conseguiram criar. As ferramentas de IA, onipresentes nas redes sociais, não apenas embelezam — elas redefinem o que o usuário acredita que deveria ser, instalando um padrão de beleza que a biologia humana não pode cumprir. O que emerge dessa tensão é uma crise de autoimagem que desafia tanto a medicina quanto a ética tecnológica, e que coloca em questão até onde
IA alimenta crises de autoimagem e leva pessoas aos consultórios médicos
Aumento de transtornos de imagem corporal e pressão psicológica em usuários, especialmente jovens, levando a procedimentos médicos desnecessários.
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