Na noite de 13 de setembro, nos estúdios da Globo, o cantor Thiaguinho se viu diante de uma homenagem inteiramente construída por inteligência artificial — e chorou. O momento não foi apenas um episódio televisivo; foi um encontro entre o que as máquinas podem criar e o que os seres humanos ainda sentem de forma irredutível. Em tempos em que a tecnologia frequentemente é vista como fria ou distante, a cena levanta uma pergunta antiga com roupagem nova: o que nos toca, afinal, importa de onde vem?