Num outono em que a ciência costuma parecer distante das casas e das rotinas, a Fundação Cecierj levou sua presença à INOVA FO 2026, feira da Fundação Osorio, nos dias 22 e 23 de outubro de 2026. Entre palestras, planetário e bancadas de experimentos, a instituição buscou mostrar que o conhecimento pode começar em qualquer idade e em qualquer lugar do estado. A história de uma aluna que retomou os estudos depois dos cinquenta lembra que a educação é, antes de tudo, uma travessia pessoal que se abre a quem decide atravessá-la.
Fundação Cecierj leva programas de ciência e educação à Feira INOVA FO 2026
Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar
Por que uma fundação de educação a distância vai a uma feira escolar presencial?
Porque o público dela está ali. Milena Nascimento disse que os alunos perguntaram sobre cursos, locais e como entrar, e que muitos nem conhecem a extensão dos serviços da Fundação.
E a dúvida sobre estudar a distância?
Apareceu justamente porque esses jovens vêm de um sistema presencial. A palestra serviu para responder isso de perto.
Isso é o relato da própria diretora. Não há número de alunos atendidos nem de inscritos que tenham vindo da feira.
E a história de Paula Sunamita?
Ela passou dos 50, é casada, tem três filhos, estudou aos sábados no PVS e hoje cursa Ciências Biológicas. Contou que muitos a achavam louca.
É o depoimento dela, e não temos como medir seu efeito sobre os estudantes. Vale notar também que o nome aparece com duas grafias na fonte.
E a parte de ciência?
Teve planetário analógico, oficinas de robótica e impressão 3D e seis bancadas temáticas, de química a rochas e minerais.
O texto descreve a programação, mas não informa a quantidade de visitantes. Se a divulgação ampliou o alcance, isso ainda não está demonstrado.
Il Polso
- As perguntas dos estudantes sobre cursos, ingresso e ensino a distância revelaram uma dúvida real: muitos jovens ainda não sabem o que a Fundação oferece.
- Num espaço movimentado de feira, palestra, planetário, robótica e impressão 3D disputaram a atenção do público ao mesmo tempo.
- A diretora Milena Nascimento buscou aproximar a instituição das famílias e escolas, levando o Consórcio Cederj para fora dos muros acadêmicos.
- O relato de Paula Sunamita, que passou no Pré-Vestibular Social aos cinquenta e poucos anos, tornou-se o ponto de virada emocional da programação.
- Com o Vestibular Cederj com inscrições abertas, a presença na feira aponta para uma ampliação do alcance dos serviços da Fundação pelo estado.
Num outono em que a ciência costuma parecer distante das casas e das rotinas, a Fundação Cecierj levou sua presença à INOVA FO 2026, feira da Fundação Osorio, nos dias 22 e 23 de outubro de 2026. Entre palestras, planetário e bancadas de experimentos, a instituição buscou mostrar que o conhecimento pode começar em qualquer idade e em qualquer lugar do estado. A história de uma aluna que retomou os estudos depois dos cinquenta lembra que a educação é, antes de tudo, uma travessia pessoal que se abre a quem decide atravessá-la.
Nos dias 22 e 23 de outubro de 2026, a Fundação Cecierj ocupou um espaço na INOVA FO 2026, a feira científica e cultural da Fundação Osorio. A programação reuniu palestra, planetário, robótica e bancadas de experimentos, em uma tentativa de tornar a instituição mais próxima de quem ainda não a conhece.
A palestra "Conheça o Cederj" foi conduzida por Milena Nascimento, diretora acadêmica, ao lado de Julia Sodré, tutora de redação do Pré-Vestibular Social, e de Paula Sunamita, ex-aluna do programa e hoje estudante de Ciências Biológicas. As dúvidas dos jovens giraram em torno dos cursos oferecidos, do processo de ingresso e do estudo a distância, modalidade ainda pouco familiar para quem vem de uma escola presencial.
O momento mais marcante veio com o relato de Paula. Aos mais de cinquenta anos, casada e mãe de três filhos, ela dedicou seus sábados ao Pré-Vestibular Social, foi aprovada e hoje cursa o Cederj. Foi incentivada por uma amiga com mais de setenta anos que também voltou a estudar, enquanto muitos ao redor achavam a decisão uma loucura. "Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar", resumiu.
No restante da feira, o MCV-Lab, sala maker do Museu Ciência e Vida, levou robótica e impressão 3D, com atividades como o diário de campo com carimbos de insetos, o cenário submarino sobre preservação marinha e oficinas de robótica com BBC micro, LEGO e Arduino. A Caravana da Ciência exibiu seu planetário analógico, com sessões sobre constelações e astronomia, enquanto a Praça da Ciência Itinerante montou bancadas com temas que iam da matemática à Mata Atlântica, passando por química, corpo humano e minerais.
Com o Vestibular Cederj aberto, a Fundação aposta que a presença em eventos como este amplie o conhecimento sobre seus serviços pelo estado.
Nos dias 22 e 23 de outubro de 2026, a Fundação Cecierj montou presença na Feira Científica e Cultural da Fundação Osorio, a INOVA FO 2026!, com uma programação que misturou palestra, planetário, robótica e bancadas de experimentos.
Nos dois dias, a palestra "Conheça o Cederj" foi conduzida por Milena Nascimento, diretora da Diretoria Acadêmica da Fundação. Ela dividiu a fala com Julia Sodré, tutora de redação do Pré-Vestibular Social (PVS) Cecierj, e com Paula Sunamita, ex-aluna do PVS e hoje estudante de Ciências Biológicas no Cederj Campo Grande. O nome dela aparece com grafias diferentes no texto de origem (Sunamita e Sulamita).
Segundo Milena, os estudantes perguntaram quais cursos são oferecidos, onde são ofertados e como funciona o processo de ingresso. Também surgiram dúvidas sobre estudar a distância, já que esses jovens vêm de um sistema presencial. A diretora lembrou que o Vestibular estava com inscrições abertas e afirmou que nem todos conhecem a extensão dos serviços da Fundação. Para ela, estar nesses espaços é essencial para divulgar a instituição e o Consórcio Cederj em todo o estado.
A história de Paula foi um dos momentos centrais. Ela contou aos alunos que já passou dos 50 anos, é casada e tem três filhos. Dedicou seus sábados ao Pré-Vestibular Social, passou e hoje cursa o Cederj. Disse que foi estimulada por uma amiga com mais de 70 anos que também retomou os estudos, e que muitos a achavam louca. "Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar", resumiu, ao falar de uma nova vida com novos horizontes.
O Museu Ciência e Vida levou o MCV-Lab, sua sala maker, espaço de inovação aberta, criatividade e experimentação. A equipe exibiu materiais de robótica e impressão 3D e ofereceu três atividades: "Pequenos Naturalistas: Diário de Campo com Carimbos", em que crianças investigaram espécies de insetos num quebra-cabeça de carimbos feitos em impressão 3D; "Pequenos Exploradores Marinhos", em que os participantes montaram um cenário submarino e discutiram a preservação da vida aquática; e "Robótica Educacional: Ciência, Tecnologia e Criatividade", com robôs e artefatos desenvolvidos com BBC micro, LEGO e Arduino.
A Caravana da Ciência, museu itinerante da Fundação, trouxe equipamentos, jogos interativos e seu planetário analógico. Ao longo do dia, houve várias sessões na cúpula, que projeta o céu noturno, constelações e conteúdos de astronomia para alunos e visitantes.
O programa de Divulgação Científica instalou a Praça da Ciência Itinerante, com mini exposições em bancadas temáticas: jogos e desafios matemáticos; animais peçonhentos da Mata Atlântica; química com brincadeiras e interação; corpo e sexualidade humana; artes e ciência; e rochas e minerais. O público participou de experiências práticas, inclusive com materiais da Assessoria de Projetos Estratégicos e Inovação (APEI), responsável por impulsionar iniciativas nas áreas de educação e de pesquisa em ciência e tecnologia na Fundação.
Com o Vestibular Cederj de inscrições abertas, a expectativa da Fundação é que a presença em eventos como esse amplie o conhecimento sobre seus serviços no estado.
Citazioni salienti
Os alunos perguntaram quais cursos são oferecidos, onde e como entrar, e tinham dúvidas sobre estudar a distância.— Milena Nascimento, diretora da Diretoria Acadêmica da Fundação Cecierj
Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar.— Paula, aluna de Ciências Biológicas do Cederj Campo Grande