Fundação Cecierj leva programas de ciência e educação à Feira INOVA FO 2026

Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar
Paula, aluna do Cederj com mais de 50 anos, falou aos estudantes na INOVA FO 2026.
Mark

Por que uma fundação de educação a distância vai a uma feira escolar presencial?

Mimi

Porque o público dela está ali. Milena Nascimento disse que os alunos perguntaram sobre cursos, locais e como entrar, e que muitos nem conhecem a extensão dos serviços da Fundação.

Mark

E a dúvida sobre estudar a distância?

Mimi

Apareceu justamente porque esses jovens vêm de um sistema presencial. A palestra serviu para responder isso de perto.

Luke

Isso é o relato da própria diretora. Não há número de alunos atendidos nem de inscritos que tenham vindo da feira.

Mark

E a história de Paula Sunamita?

Mimi

Ela passou dos 50, é casada, tem três filhos, estudou aos sábados no PVS e hoje cursa Ciências Biológicas. Contou que muitos a achavam louca.

Luke

É o depoimento dela, e não temos como medir seu efeito sobre os estudantes. Vale notar também que o nome aparece com duas grafias na fonte.

Mark

E a parte de ciência?

Mimi

Teve planetário analógico, oficinas de robótica e impressão 3D e seis bancadas temáticas, de química a rochas e minerais.

Luke

O texto descreve a programação, mas não informa a quantidade de visitantes. Se a divulgação ampliou o alcance, isso ainda não está demonstrado.

  • As perguntas dos estudantes sobre cursos, ingresso e ensino a distância revelaram uma dúvida real: muitos jovens ainda não sabem o que a Fundação oferece.
  • Num espaço movimentado de feira, palestra, planetário, robótica e impressão 3D disputaram a atenção do público ao mesmo tempo.
  • A diretora Milena Nascimento buscou aproximar a instituição das famílias e escolas, levando o Consórcio Cederj para fora dos muros acadêmicos.
  • O relato de Paula Sunamita, que passou no Pré-Vestibular Social aos cinquenta e poucos anos, tornou-se o ponto de virada emocional da programação.
  • Com o Vestibular Cederj com inscrições abertas, a presença na feira aponta para uma ampliação do alcance dos serviços da Fundação pelo estado.

Num outono em que a ciência costuma parecer distante das casas e das rotinas, a Fundação Cecierj levou sua presença à INOVA FO 2026, feira da Fundação Osorio, nos dias 22 e 23 de outubro de 2026. Entre palestras, planetário e bancadas de experimentos, a instituição buscou mostrar que o conhecimento pode começar em qualquer idade e em qualquer lugar do estado. A história de uma aluna que retomou os estudos depois dos cinquenta lembra que a educação é, antes de tudo, uma travessia pessoal que se abre a quem decide atravessá-la.

Nos dias 22 e 23 de outubro de 2026, a Fundação Cecierj ocupou um espaço na INOVA FO 2026, a feira científica e cultural da Fundação Osorio. A programação reuniu palestra, planetário, robótica e bancadas de experimentos, em uma tentativa de tornar a instituição mais próxima de quem ainda não a conhece.

A palestra "Conheça o Cederj" foi conduzida por Milena Nascimento, diretora acadêmica, ao lado de Julia Sodré, tutora de redação do Pré-Vestibular Social, e de Paula Sunamita, ex-aluna do programa e hoje estudante de Ciências Biológicas. As dúvidas dos jovens giraram em torno dos cursos oferecidos, do processo de ingresso e do estudo a distância, modalidade ainda pouco familiar para quem vem de uma escola presencial.

O momento mais marcante veio com o relato de Paula. Aos mais de cinquenta anos, casada e mãe de três filhos, ela dedicou seus sábados ao Pré-Vestibular Social, foi aprovada e hoje cursa o Cederj. Foi incentivada por uma amiga com mais de setenta anos que também voltou a estudar, enquanto muitos ao redor achavam a decisão uma loucura. "Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar", resumiu.

No restante da feira, o MCV-Lab, sala maker do Museu Ciência e Vida, levou robótica e impressão 3D, com atividades como o diário de campo com carimbos de insetos, o cenário submarino sobre preservação marinha e oficinas de robótica com BBC micro, LEGO e Arduino. A Caravana da Ciência exibiu seu planetário analógico, com sessões sobre constelações e astronomia, enquanto a Praça da Ciência Itinerante montou bancadas com temas que iam da matemática à Mata Atlântica, passando por química, corpo humano e minerais.

Com o Vestibular Cederj aberto, a Fundação aposta que a presença em eventos como este amplie o conhecimento sobre seus serviços pelo estado.

Nos dias 22 e 23 de outubro de 2026, a Fundação Cecierj montou presença na Feira Científica e Cultural da Fundação Osorio, a INOVA FO 2026!, com uma programação que misturou palestra, planetário, robótica e bancadas de experimentos.

Nos dois dias, a palestra "Conheça o Cederj" foi conduzida por Milena Nascimento, diretora da Diretoria Acadêmica da Fundação. Ela dividiu a fala com Julia Sodré, tutora de redação do Pré-Vestibular Social (PVS) Cecierj, e com Paula Sunamita, ex-aluna do PVS e hoje estudante de Ciências Biológicas no Cederj Campo Grande. O nome dela aparece com grafias diferentes no texto de origem (Sunamita e Sulamita).

Segundo Milena, os estudantes perguntaram quais cursos são oferecidos, onde são ofertados e como funciona o processo de ingresso. Também surgiram dúvidas sobre estudar a distância, já que esses jovens vêm de um sistema presencial. A diretora lembrou que o Vestibular estava com inscrições abertas e afirmou que nem todos conhecem a extensão dos serviços da Fundação. Para ela, estar nesses espaços é essencial para divulgar a instituição e o Consórcio Cederj em todo o estado.

A história de Paula foi um dos momentos centrais. Ela contou aos alunos que já passou dos 50 anos, é casada e tem três filhos. Dedicou seus sábados ao Pré-Vestibular Social, passou e hoje cursa o Cederj. Disse que foi estimulada por uma amiga com mais de 70 anos que também retomou os estudos, e que muitos a achavam louca. "Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar", resumiu, ao falar de uma nova vida com novos horizontes.

O Museu Ciência e Vida levou o MCV-Lab, sua sala maker, espaço de inovação aberta, criatividade e experimentação. A equipe exibiu materiais de robótica e impressão 3D e ofereceu três atividades: "Pequenos Naturalistas: Diário de Campo com Carimbos", em que crianças investigaram espécies de insetos num quebra-cabeça de carimbos feitos em impressão 3D; "Pequenos Exploradores Marinhos", em que os participantes montaram um cenário submarino e discutiram a preservação da vida aquática; e "Robótica Educacional: Ciência, Tecnologia e Criatividade", com robôs e artefatos desenvolvidos com BBC micro, LEGO e Arduino.

A Caravana da Ciência, museu itinerante da Fundação, trouxe equipamentos, jogos interativos e seu planetário analógico. Ao longo do dia, houve várias sessões na cúpula, que projeta o céu noturno, constelações e conteúdos de astronomia para alunos e visitantes.

O programa de Divulgação Científica instalou a Praça da Ciência Itinerante, com mini exposições em bancadas temáticas: jogos e desafios matemáticos; animais peçonhentos da Mata Atlântica; química com brincadeiras e interação; corpo e sexualidade humana; artes e ciência; e rochas e minerais. O público participou de experiências práticas, inclusive com materiais da Assessoria de Projetos Estratégicos e Inovação (APEI), responsável por impulsionar iniciativas nas áreas de educação e de pesquisa em ciência e tecnologia na Fundação.

Com o Vestibular Cederj de inscrições abertas, a expectativa da Fundação é que a presença em eventos como esse amplie o conhecimento sobre seus serviços no estado.

Os alunos perguntaram quais cursos são oferecidos, onde e como entrar, e tinham dúvidas sobre estudar a distância.
— Milena Nascimento, diretora da Diretoria Acadêmica da Fundação Cecierj
Não tem idade para sonhar, não há idade para estudar.
— Paula, aluna de Ciências Biológicas do Cederj Campo Grande
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