No Irã, um dos atores mais conhecidos do cinema nacional foi absolvido de estupro pela Suprema Corte, mas condenado a 99 chibatadas por manter uma relação considerada ilícita sob a lei islâmica — uma distinção que revela como sistemas jurídicos fundados em normas religiosas podem reconhecer o dano sem nomear o crime. O caso de Pejman Jamshidi e da atriz Melika Parsadoust não é apenas um julgamento individual: é um espelho das tensões entre consentimento, moralidade codificada e justiça para as vítimas.
Estrela do cinema iraniano condenado a 99 chibatadas por 'relação ilícita' em caso de estupro
Uma atriz sofreu danos físicos e emocionais em relação não consensual, conforme reconhecido pela corte, sem reparação adequada.