Na madrugada de uma quinta-feira comum, um drone russo transformou um prédio de apartamentos em Sumy em escombros, levando quatro vidas e deixando famílias sem lar. A cidade, situada na fronteira com a região russa de Kursk, tornou-se símbolo de uma vulnerabilidade que se aprofunda desde agosto de 2024. O ataque integra uma campanha aérea mais ampla que, noite após noite, desafia a linha que separa alvos militares da vida civil — linha que o Kremlin insiste existir, enquanto os escombros sugerem o contrário.
Drone russo atinge prédio na Ucrânia e mata 4 pessoas, diz governador
Equipes de resgate ainda vasculhavam os escombros enquanto a manhã avançava
Por que Sumy é tão frequentemente alvo? Parece haver algo específico sobre aquela região.
Fica na fronteira com Kursk, e a Ucrânia fez uma incursão lá em agosto passado. Desde então, os russos aumentaram os ataques com drones. É uma zona de confronto direto agora.
Mas vale notar que não sabemos exatamente quantos drones foram lançados especificamente contra Sumy versus outras áreas. O número 76 é o total da operação inteira.
E a defesa aérea ucraniana conseguiu parar a maioria deles?
Conseguiu abater 37 e outros 39 não atingiram seus alvos. Então tecnicamente a maioria foi neutralizada ou desviou.
Embora "não atingiram seus alvos" seja vago. Poderia significar que foram derrubados, ou que simplesmente erraram o alvo. A fonte não deixa claro.
Quatro mortos em um prédio residencial. Isso é um número pequeno ou grande para um ataque assim?
É difícil dizer sem contexto. Mas o fato de que cinco apartamentos foram destruídos e mais de vinte carros danificados mostra que foi um impacto significativo.
E ainda há pessoas sendo retiradas dos escombros horas depois, o que sugere que o número de mortos poderia mudar conforme continuam procurando.
A Rússia nega visar civis. Alguém acredita nisso?
Os números falam por si. Desde fevereiro de 2022, milhares foram mortos. Hospitais, armazéns de alimentos, prédios residenciais — tudo está sendo atingido.
Verdade, mas a fonte não oferece números específicos de civis mortos ou feridos desde 2022. Diz "milhares", o que é confirmado, mas não quantifica este ataque em particular ou a campanha geral com precisão.
Der Puls
- Um drone russo destruiu cinco apartamentos inteiros em Sumy durante a madrugada, matando quatro pessoas e deixando mais de vinte veículos destruídos nas ruas ao redor.
- Equipes de resgate ainda vasculhavam os escombros pela manhã, com bombeiros e socorristas mobilizados em força total enquanto o governador regional acompanhava os trabalhos diante das pilhas de destroços.
- A Força Aérea ucraniana abateu 37 dos 76 drones lançados na operação, mas a interceptação parcial não foi suficiente para evitar o impacto devastador sobre a população civil.
- Na mesma noite, Odessa também foi atacada: um armazém de grãos, um hospital e duas residências foram danificados, ampliando o alcance da ofensiva aérea russa pelo território ucraniano.
- O Kremlin nega visar civis, mas ataques a prédios residenciais, hospitais e infraestrutura alimentar seguem sendo uma constante desde a invasão em larga escala iniciada em fevereiro de 2022.
Na madrugada de uma quinta-feira comum, um drone russo transformou um prédio de apartamentos em Sumy em escombros, levando quatro vidas e deixando famílias sem lar. A cidade, situada na fronteira com a região russa de Kursk, tornou-se símbolo de uma vulnerabilidade que se aprofunda desde agosto de 2024. O ataque integra uma campanha aérea mais ampla que, noite após noite, desafia a linha que separa alvos militares da vida civil — linha que o Kremlin insiste existir, enquanto os escombros sugerem o contrário.
Na manhã de quinta-feira, equipes de resgate ainda vasculhavam os escombros de um prédio de apartamentos em Sumy, nordeste da Ucrânia, após um drone russo atingir o edifício durante a noite e matar quatro pessoas. O governador regional, Volodymyr Artyukh, apareceu em vídeo diante de um guindaste e pilhas de destroços enquanto os serviços de emergência retiravam moradores das seções danificadas.
O impacto destruiu cinco apartamentos e deixou mais de vinte veículos danificados nas proximidades. Fotografias das autoridades locais mostravam bombeiros movendo-se entre os escombros em busca de sobreviventes, com os trabalhos de resgate prosseguindo ao longo da manhã.
O ataque fez parte de uma operação aérea russa mais ampla: dos 76 drones lançados, a Força Aérea ucraniana conseguiu abater 37, e outros 39 não alcançaram seus objetivos. A maioria foi neutralizada, mas não todos.
Sumy fica na fronteira com a região russa de Kursk, área que se tornou especialmente vulnerável após a incursão militar ucraniana de agosto de 2024. Desde então, ataques noturnos com drones tornaram-se rotina na região. Na mesma noite, Odessa também foi alvo: um armazém de grãos, um hospital e duas casas particulares foram danificados, sem mortes registradas.
O Kremlin insiste que não visa deliberadamente civis. Desde a invasão em larga escala de fevereiro de 2022, porém, milhares de pessoas foram mortas em ataques aéreos, e prédios residenciais, hospitais e armazéns de alimentos continuam sendo atingidos de forma recorrente.
Na manhã de quinta-feira, equipes de resgate ainda vasculhavam os escombros de um prédio de apartamentos em Sumy, na região nordeste da Ucrânia, depois que um drone russo o atingiu durante a noite. Quatro pessoas morreram no ataque. O governador regional, Volodymyr Artyukh, apareceu em um vídeo publicado no Telegram em pé diante de um guindaste e pilhas de destroços, enquanto os serviços de emergência continuavam retirando moradores das seções danificadas da estrutura.
O impacto destruiu cinco apartamentos inteiros e deixou mais de vinte veículos danificados nas proximidades. As autoridades locais documentaram o trabalho de resgate com fotografias que mostravam os bombeiros e socorristas movendo-se entre os escombros, procurando por possíveis sobreviventes ou vítimas. O trabalho prosseguia enquanto a manhã avançava, com os serviços de emergência mobilizados em força total.
O ataque fazia parte de uma operação aérea russa mais ampla contra a Ucrânia. A Força Aérea ucraniana conseguiu abater 37 dos 76 drones lançados pela Rússia. Outros 39 não alcançaram seus objetivos. O destino dos cinco drones restantes não foi especificado nos relatos iniciais. A defesa aérea ucraniana, portanto, neutralizou ou desviou a maioria dos engenhos, mas nem todos conseguiram ser interceptados.
Sumy fica na fronteira com a região russa de Kursk, uma zona que se tornou particularmente vulnerável depois que a Ucrânia lançou uma incursão militar em agosto de 2024. Desde então, a região tem sofrido ataques regulares com drones russos, transformando-a em um ponto quente de confronto aéreo contínuo. Os ataques noturnos tornaram-se rotina nesta área.
Na mesma noite, a região de Odessa, no sul do país, também foi alvo de operações aéreas russas. Um ataque noturno danificou um armazém de armazenamento de grãos, um hospital e duas casas particulares. Nenhuma morte foi registrada naquele incidente, de acordo com o governador local. Ainda assim, a infraestrutura civil continuava sendo atingida em múltiplas frentes.
O Kremlin mantém sua posição de que não visa deliberadamente civis em suas operações militares. No entanto, desde que a Rússia lançou sua invasão em grande escala da Ucrânia em fevereiro de 2022, milhares de pessoas foram mortas e feridas em ataques aéreos e de artilharia. Os números de vítimas civis continuam a crescer, e os ataques a edifícios residenciais e instalações civis como hospitais e armazéns de alimentos permanecem uma característica constante da campanha militar russa.
Bemerkenswerte Zitate
Os serviços de emergência estavam retirando os moradores de partes do edifício— Governador de Sumy, Volodymyr Artyukh