Em setembro de 2026, a Anthropic revelou que Claude, seu assistente de inteligência artificial, passou a colaborar ativamente no desenvolvimento de sua própria versão mais avançada — um momento em que a linha entre criador e criatura começa, pela primeira vez, a se dissolver de forma prática. Não se trata apenas de uma façanha técnica: é um espelho que a humanidade coloca diante de si mesma, perguntando até onde vai a fronteira entre ferramenta e agente. O que emerge desse processo não é apenas um modelo mais capaz, mas uma nova pergunta sobre quem, afinal, conduz a evolução da inteligência ar