Um estudo acompanhou quase dois mil adultos ingleses e descobriu que aqueles que frequentam regularmente cinemas, museus e teatros apresentam organismos fisiologicamente mais jovens — cerca de um ano e dois meses a menos do que os que raramente participam de atividades culturais. A diferença, medida por indicadores como pressão arterial, capacidade pulmonar e força física, sugere que o engajamento com a arte e a cultura pode ser uma forma silenciosa de cuidar do corpo. A ciência, porém, nos convida à humildade: não sabemos ainda se é a cultura que preserva a saúde, ou se é a saúde que abre as