Numa tarde de segunda-feira, o ar da rua Jequitaí, no bairro Santo André, em Belo Horizonte, ganhou um cheiro que ninguém esperava encontrar entre as casas. Uma corda que prendia recipientes à carroceria de um caminhão cedeu na subida, e produtos químicos corrosivos escorreram para o asfalto, alcançando até a rede que leva a água da chuva embora. Como tantas vezes acontece nas cidades, um gesto cotidiano de transporte virou ameaça súbita para quem apenas voltava para casa, e a resposta ainda depende de quem responde pela carga.
Vazamento de químicos em Santo André, BH, leva à evacuação de casas; parte da carga atinge rede pluvial
Uma corda rompida na subida da rua derrubou dois recipientes de ácido
O que exatamente aconteceu na rua Jequitaí?
Uma corda que prendia os recipientes ao caminhão se rompeu na subida da rua. Dois recipientes caíram e derramaram ácidos e soda cáustica.
E as pessoas que moram ali?
Sentiram cheiro forte, e os bombeiros retiraram moradores de casas próximas por segurança. Ninguém se feriu.
Vale separar o que está confirmado. Que não houve feridos e que houve evacuação consta no relato. Quantas casas ou pessoas foram retiradas, não.
A parte que atingiu a rede pluvial preocupa?
É o ponto que mantém o caso aberto. O NEA foi acionado justamente por causa dos riscos ambientais e à saúde pública.
Mas não sabemos quanto chegou à rede, nem quais substâncias, nem aonde isso vai parar. Não há avaliação de impacto divulgada.
Quem responde pela limpeza?
A transportadora acionou a empresa dona dos produtos, que deverá adotar medidas. Os bombeiros esperavam por ela.
Note o verbo: "deverá". Ainda é uma expectativa, não uma ação concluída.
O Pulso
- Dois recipientes com ácido fluorídrico, ácido clorídrico, peróxido de hidrogênio e soda cáustica caíram de um caminhão na rua Jequitaí.
- Seis viaturas do Corpo de Bombeiros chegaram ao local e moradores de casas próximas foram retirados às pressas.
- Parte do material derramado já escorreu pela rede pluvial, e a quantidade que chegou às galerias ainda não é conhecida.
- O NEA acompanha o caso, enquanto os bombeiros aguardam a empresa dona dos produtos adotar medidas para retirar o que restou na rua.
- Não há previsão para que os moradores retornem às suas casas, e ninguém ficou ferido até agora.
Numa tarde de segunda-feira, o ar da rua Jequitaí, no bairro Santo André, em Belo Horizonte, ganhou um cheiro que ninguém esperava encontrar entre as casas. Uma corda que prendia recipientes à carroceria de um caminhão cedeu na subida, e produtos químicos corrosivos escorreram para o asfalto, alcançando até a rede que leva a água da chuva embora. Como tantas vezes acontece nas cidades, um gesto cotidiano de transporte virou ameaça súbita para quem apenas voltava para casa, e a resposta ainda depende de quem responde pela carga.
Na tarde desta segunda-feira (26/10), moradores da rua Jequitaí, no Santo André, região Noroeste de Belo Horizonte, sentiram um cheiro forte no ar. A origem estava no asfalto: dois recipientes com produtos químicos haviam caído de um caminhão.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a corda que prendia os recipientes à carroceria se rompeu enquanto o veículo subia a rua. Entre as substâncias derramadas estavam ácido fluorídrico, ácido clorídrico, peróxido de hidrogênio e soda cáustica.
Seis viaturas foram mobilizadas. Os militares conseguiram conter o vazamento de um dos recipientes e retiraram moradores de casas próximas. Ninguém ficou ferido. Mas parte do material já havia chegado à rede pluvial, e a quantidade que alcançou as galerias ainda não foi detalhada.
O NEA, órgão do governo de Minas que atua em emergências ambientais, foi acionado, e a Defesa Civil e a Prefeitura foram comunicadas. A transportadora entrou em contato com a empresa dona da carga, que deverá adotar medidas para reduzir os riscos. Até a última atualização, os bombeiros permaneciam no local, aguardando essa resposta.
O que vem a seguir depende dela: a retirada do material da rua, a avaliação do que escorreu pelas galerias e o acompanhamento do NEA. Também não há informação sobre quando os moradores poderão voltar para casa.
Na tarde desta segunda-feira (26/10), moradores da rua Jequitaí, no bairro Santo André, região Noroeste de Belo Horizonte, sentiram um cheiro forte no ar. A origem estava na própria rua: dois recipientes com produtos químicos haviam caído de um caminhão e derramado seu conteúdo no asfalto.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a corda que prendia os recipientes à carroceria se rompeu enquanto o caminhão subia a rua. Dois deles se soltaram e caíram. Entre as substâncias derramadas estavam ácido fluorídrico, ácido clorídrico, peróxido de hidrogênio e soda cáustica.
Seis viaturas dos bombeiros foram mobilizadas para a ocorrência. Ao chegar, os militares conseguiram conter o vazamento de um dos recipientes e retiraram moradores de casas próximas, como medida de segurança. Ninguém ficou ferido.
Nem tudo, porém, foi contido a tempo. Parte das substâncias derramadas atingiu a rede pluvial, o sistema que escoa a água da chuva. O material de origem do relato não detalha a quantidade que chegou às galerias nem quais produtos estavam entre eles.
O Núcleo de Emergência Ambiental (NEA), órgão do governo de Minas Gerais que atua em acidentes com impactos ambientais e riscos à saúde pública, foi acionado para acompanhar o caso. A Defesa Civil e a Prefeitura de Belo Horizonte também foram comunicadas.
A transportadora responsável pelo caminhão entrou em contato com a empresa dona dos produtos químicos, que deverá adotar medidas para reduzir os riscos. Até a última atualização, os bombeiros permaneciam no local, à espera dessa empresa.
O que vem a seguir depende dessa resposta: a retirada do material que ficou na rua, a avaliação do que escorreu pela rede pluvial e o acompanhamento do NEA. Também não há informação sobre quando os moradores poderão voltar às casas, caso ainda estejam fora delas.
Citações Notáveis
A corda usada para prender os recipientes se rompeu durante a subida pela rua, derrubando dois deles.— Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (paráfrase)