No outono de 2026, quando os vírus respiratórios voltam a ganhar terreno e as urgências começam a sentir o peso dos meses frios, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho decidiu lembrar aquilo que a prática clínica repete há anos: a defesa mais simples contra o agravamento da doença é a vacina. A campanha sazonal contra a gripe e a COVID-19 arrancou a 30 de setembro, e só agora, já em curso, a instituição veio pedir a adesão de todos, começando pelos seus próprios dirigentes, que se deixaram vacinar à vista dos profissionais. É um gesto pequeno, mas que diz muito sobre a confiança que uma comuni
ULSAM apela à vacinação contra gripe e COVID-19 e dá o exemplo com a própria direção
Arregace as mangas pela sua saúde!
Qual é a notícia, em concreto?
A ULSAM está a apelar à vacinação contra a gripe e a COVID-19, e o presidente José Cardoso e a vogal Lúcia Marinho foram vacinados para dar o exemplo.
Porquê insistir nos profissionais de saúde?
Segundo a ULSAM, a vacinação deles protege os utentes e os colegas e dá mais segurança aos cuidados prestados.
Isso é a posição da instituição. O texto não apresenta dados que o demonstrem.
E onde se pode vacinar?
Nas unidades do SNS e nas farmácias comunitárias aderentes.
A campanha já tinha começado?
Sim, arrancou a 30 de setembro e é a campanha sazonal 2026-2027.
Importa dizer o que não sabemos: não há números de vacinados, nem metas de cobertura, nem quantos profissionais já aderiram.
Então o gesto da administração é sobretudo simbólico?
É um exemplo dado em público. Se resultou, só os números de adesão o dirão.
Exato. Por agora, o que está confirmado é o apelo e o gesto, não o efeito.
The Pulse
- A campanha de vacinação contra gripe e COVID-19 já está a decorrer desde 30 de setembro, e a ULSAM sente a urgência de chegar a tempo aos meses de maior circulação dos vírus.
- O presidente José Cardoso e a vogal Lúcia Marinho arregaçaram as mangas e vacinaram-se diante dos profissionais, transformando a administração em exemplo visível.
- O apelo dirige-se sobretudo aos trabalhadores da saúde, cuja vacinação a instituição associa à proteção dos utentes e à segurança dos cuidados prestados.
- A vacina está disponível nas unidades do SNS e em farmácias comunitárias aderentes, e a resposta dos profissionais será o primeiro sinal de que o exemplo pegou.
No outono de 2026, quando os vírus respiratórios voltam a ganhar terreno e as urgências começam a sentir o peso dos meses frios, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho decidiu lembrar aquilo que a prática clínica repete há anos: a defesa mais simples contra o agravamento da doença é a vacina. A campanha sazonal contra a gripe e a COVID-19 arrancou a 30 de setembro, e só agora, já em curso, a instituição veio pedir a adesão de todos, começando pelos seus próprios dirigentes, que se deixaram vacinar à vista dos profissionais. É um gesto pequeno, mas que diz muito sobre a confiança que uma comunidade deposita nos que cuidam dela.
O presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, José Cardoso, e a vogal Lúcia Marinho foram vacinados diante dos profissionais da instituição. O gesto serviu de exemplo e de convite para que os trabalhadores da saúde adiram à campanha de vacinação deste outono.
A campanha sazonal 2026-2027 contra a gripe e a COVID-19 arrancou a 30 de setembro, e a notícia chegou a 22 de outubro, já com várias semanas de campanha em curso. O objetivo é prevenir doença grave, hospitalizações e mortes durante os meses de maior circulação dos vírus respiratórios, quando as unidades de saúde sentem mais pressão.
A ULSAM sublinha que a vacinação dos profissionais protege utentes e colegas e reforça a segurança dos cuidados. Por isso, a presença da administração não foi só simbólica: dirigiu-se a quem trabalha todos os dias junto de doentes.
A vacina está disponível nas unidades do SNS e nas farmácias comunitárias aderentes. O comunicado não indica metas de cobertura nem números de vacinados, pelo que a adesão dos profissionais será o primeiro sinal de resposta ao exemplo dado.
O presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), José Cardoso, e a vogal Lúcia Marinho arregaçaram a manga e foram vacinados. O gesto, feito perante os profissionais da instituição, serviu de exemplo e de convite para que os trabalhadores da saúde adiram à campanha de vacinação deste outono.
A ULSAM apela à vacinação contra a gripe e a COVID-19 no âmbito da campanha sazonal 2026-2027, que arrancou a 30 de setembro. A notícia foi divulgada a 22 de outubro, já com a campanha em curso há várias semanas.
O objetivo, assinala a instituição, é prevenir casos de doença grave, hospitalizações e mortes durante os meses de maior circulação dos vírus respiratórios. É nesse período do ano que as unidades de saúde costumam sentir maior pressão, e a vacinação surge como a forma de reduzir os casos mais graves.
A ULSAM sublinha ainda o papel específico dos profissionais de saúde. A vacinação deles, afirma, protege os utentes e os colegas e contribui para a segurança dos cuidados prestados. Por isso, a presença da administração na vacinação não foi apenas simbólica: dirigiu-se precisamente a quem trabalha todos os dias junto de doentes.
Quanto ao acesso, a vacina está disponível nas unidades de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e nas farmácias comunitárias aderentes. Quem queira vacinar-se tem, portanto, mais do que um ponto de entrada.
A instituição resumiu o apelo numa frase: «Arregace as mangas pela sua saúde!». O comunicado não indica metas de cobertura nem números de vacinados até agora. Fica a campanha em curso durante os meses de maior circulação dos vírus, e a adesão dos profissionais será o primeiro sinal de resposta ao exemplo dado pela direção.
Notable Quotes
Arregace as mangas pela sua saúde!— ULSAM
O objetivo é prevenir casos de doença grave, hospitalizações e mortes durante os meses de maior circulação dos vírus respiratórios.— ULSAM