No cruzamento entre o capital ocidental e o avanço chinês no mercado automotivo brasileiro, a Turbi — plataforma de locação de veículos fundada em 2017 — enfrenta uma escolha que vai além do dinheiro: definir qual parceiro estratégico moldará sua próxima fase. Com duas propostas entre US$ 40 milhões e US$ 60 milhões sobre a mesa, a empresa pondera governança e reputação de um lado, e conexão industrial e valor superior de outro. A decisão, esperada para as próximas semanas, revelará não apenas o caminho da Turbi, mas também algo sobre como o capital global se reorganiza em torno da mobilidade