Numa segunda-feira que poderá ser lembrada como um ponto de inflexão na saúde pública americana, Donald Trump assinou uma ordem executiva que desfaz décadas de consenso científico sobre vacinação infantil, propondo calendários fragmentados e escolhas individualizadas em lugar de protocolos coletivos. A medida invoca comparações com países europeus e alude a ligações entre vacinas e autismo — alegações que a ciência epidemiológica refutou repetidamente. O que está em jogo não é apenas uma política de saúde, mas a relação entre autoridade científica, confiança pública e o bem-estar das gerações
Trump assina ordem para reformular vacinação infantil nos EUA
Potencial impacto na saúde pública infantil caso recomendações sejam implementadas sem base científica sólida.