Trabalhador morre soterrado em obra do campus Piracicaba da USP

Um trabalhador morreu soterrado após desmoronamento de solo em canteiro de obras, deixando família, amigos e colegas de trabalho enlutados.
Encontrado completamente soterrado, o trabalhador não sobreviveu
Um homem morreu após desmoronamento de solo em canteiro de obras do campus Piracicaba da USP.

Na tarde de uma quinta-feira comum, o chão cedeu sob os pés de um trabalhador no campus da USP em Piracicaba, engolindo-o em silêncio antes que qualquer alarme pudesse soar. O homem, funcionário da empresa Nova Brico, foi resgatado com vida pelos bombeiros, mas não sobreviveu — mais um nome inscrito na longa e dolorosa lista daqueles que partem ao construir os espaços onde outros vivem e aprendem. A investigação aponta para uma escavação recente que teria fragilizado o solo, transformando o canteiro de obras em armadilha. A tragédia nos lembra que o progresso carrega, muitas vezes, um custo humano invisível até o momento em que se torna irreversível.

  • O terreno cedeu sem aviso por volta das 15h, soterrado completamente um trabalhador que não teve chance de escapar.
  • Bombeiros e a Guarda Universitária correram contra o tempo para remover os escombros e reverteram uma parada cardiorrespiratória ainda no local — mas a esperança durou pouco.
  • Investigações preliminares apontam que uma escavação recente enfraqueceu o solo a ponto de provocar o colapso, levantando questões urgentes sobre segurança no canteiro.
  • A empresa responsável pela obra permanece em silêncio, sem responder à imprensa desde o ocorrido.
  • O campus suspendeu todas as atividades na área, isolou o local e anunciou luto oficial, enquanto autoridades avançam nas avaliações técnicas e administrativas.

Na tarde de 16 de abril, o solo de um canteiro de obras no campus Piracicaba da USP cedeu abruptamente, soterrado completamente um trabalhador da empresa Nova Brico. O desmoronamento aconteceu por volta das 15h na Avenida Pádua Dias, dentro do perímetro universitário, sem qualquer sinal de aviso.

A Guarda Universitária e o Corpo de Bombeiros foram acionados de imediato. Quando a equipe conseguiu remover o trabalhador dos escombros, ele estava inconsciente e em parada cardiorrespiratória. Os socorristas reverteram a parada ainda no local, mas, mesmo após ser transportado à Santa Casa, o homem não resistiu e faleceu.

As investigações técnicas preliminares indicam que uma escavação recente havia enfraquecido o terreno, tornando o colapso quase inevitável. A empresa responsável pela obra não se manifestou publicamente até o fechamento da reportagem.

A administração do campus emitiu nota de solidariedade à família e aos colegas da vítima, suspendeu todas as atividades no local e isolou a área para avaliações mais aprofundadas. A universidade declarou período de luto e afirmou que permanece à disposição das autoridades para colaborar com a investigação em andamento.

Na tarde de quinta-feira, 16 de abril, um trabalhador foi encontrado completamente soterrado sob terra e solo no campus Piracicaba da Universidade de São Paulo. O homem, colaborador da empresa Nova Brico Construções, Energia e Meio Ambiente LTDA, havia desaparecido em um canteiro de obras quando o terreno cedeu sem aviso.

O desmoronamento ocorreu por volta das 15 horas, na Avenida Pádua Dias, dentro do perímetro do campus. A equipe de trabalho, a Guarda Universitária e o Corpo de Bombeiros de Piracicaba foram acionados imediatamente para o resgate. Quando removido dos escombros, o trabalhador estava inconsciente e em parada cardiorrespiratória. A equipe de resgate conseguiu reverter a parada ainda no local, oferecendo alguma esperança nos primeiros momentos. Ele foi então transportado para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

As investigações técnicas preliminares apontam para uma causa específica: uma instabilidade no solo associada a uma escavação recente teria provocado o colapso. O terreno, aparentemente enfraquecido por trabalhos de escavação anteriores, não suportou o peso e desabou sobre o trabalhador. A empresa responsável pela obra não respondeu aos contatos da imprensa até o momento da publicação desta reportagem.

A administração do campus emitiu uma nota expressando solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de trabalho da vítima. Todas as atividades no local foram imediatamente suspensas, e a área foi isolada para que avaliações técnicas mais profundas pudessem ser realizadas. A universidade anunciou que observará um período de luto em respeito ao ocorrido.

A Prefeitura do Campus informou que permanece acompanhando o caso de perto e que está à disposição das autoridades competentes para esclarecer completamente as circunstâncias do acidente. Enquanto isso, procedimentos administrativos cabíveis estão sendo adotados, e a investigação sobre as causas exatas do desmoronamento continua em andamento.

A Prefeitura do Campus segue acompanhando o caso e permanece à disposição das autoridades para o completo esclarecimento das circunstâncias
— Administração do Campus Piracicaba da USP
The Hearth Conversation Another angle on the story
Inventor

O que sabemos sobre como exatamente o terreno cedeu?

Model

As informações técnicas preliminares indicam que uma escavação recente enfraqueceu o solo. Não foi um colapso repentino de uma estrutura construída, mas sim a terra cedendo sob seu próprio peso, já comprometida pelos trabalhos anteriores.

Inventor

A empresa responsável pela obra se pronunciou?

Model

Não. A Nova Brico não respondeu aos contatos da imprensa até o momento. Isso deixa muitas perguntas sem resposta sobre os procedimentos de segurança que estavam em vigor.

Inventor

Quanto tempo levou para resgatá-lo?

Model

Não temos esse detalhe específico. Sabemos que foi encontrado completamente soterrado e inconsciente, e que a equipe conseguiu reverter a parada cardiorrespiratória ainda no local. Mas o tempo que passou sob a terra não foi divulgado.

Inventor

Por que a universidade está observando luto?

Model

É um reconhecimento de que uma vida foi perdida dentro de seu campus, durante uma obra que deveria estar sob supervisão. É também um sinal de que a instituição está levando a morte a sério, não apenas como um incidente administrativo.

Inventor

O que acontece agora com a obra?

Model

Tudo está parado. A área foi isolada enquanto avaliações técnicas mais profundas são feitas. Ninguém volta a trabalhar ali até que se entenda exatamente o que falhou e como evitar que aconteça novamente.

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