Em meio à abundância de telas e plataformas, a programação desta terça-feira oferece um mapa das muitas formas pelas quais a cultura se conta a si mesma — do riso que desmonta o próprio cinema de horror à escuta silenciosa dos tambores do candomblé. De Hollywood à Bahia, de J.D. Salinger a Charles Manson, o audiovisual desta semana convida o espectador a habitar vidas e mundos que não são os seus, lembrando que narrar é sempre um ato de escolha sobre o que merece ser visto.