No silêncio dos bastidores políticos, a senadora Tereza Cristina começa a reescrever seu próprio papel na disputa presidencial de 2026: de observadora neutra a possível vice de Flávio Bolsonaro. O gesto, ainda não formalizado, é suficiente para colocar em movimento o PP e o União Brasil, partidos que até então preservavam sua neutralidade como moeda de troca. Na política, a disposição de ceder um posto é, muitas vezes, o primeiro ato de uma aliança que redefine o campo inteiro.