Em um país onde milhões dependem do sistema público de saúde, o próximo presidente herdará um SUS pressionado por décadas de subfinanciamento, filas que consomem anos da vida dos cidadãos e riscos emergentes ainda sem resposta institucional. O desafio não é apenas fiscal — é uma questão de pacto social: até onde o Estado se compromete a cuidar dos seus. Especialistas alertam que, sem propostas estruturais robustas dos candidatos, o sistema continuará avançando por inércia, enquanto pessoas como Roseli de Lima esperam quatro anos por um diagnóstico que muda o curso de suas vidas.
SUS enfrenta triplo desafio: financiamento, filas e riscos emergentes como apostas
Roseli de Lima esperou quatro anos por consulta com neurologista em sua cidade, resultando em diagnóstico atrasado de epilepsia e limitações severas à sua mobilidade e independência.
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