Na Casa Branca de setembro de 2026, Donald Trump entregou quarenta e cinco mil dólares em dinheiro vivo à sua assessora Natalie Harp — conhecida pelo apelido de 'impressora humana' — e quantias similares a outras duas funcionárias, totalizando até duzentos e trinta mil dólares distribuídos diretamente a membros de sua equipe. O gesto, que poderia ser lido como reconhecimento de lealdade, abriu uma interrogação mais ampla sobre os limites da autoridade presidencial e a transparência nas práticas administrativas federais. Em toda a história das democracias, a linha entre generosidade e irregular