Onze dias após ser parcialmente expelido pela janela de um avião em pleno voo, o empresário sérvio Ljubisa Karović, de 61 anos, carrega no corpo e na mente as marcas de um instante em que a fronteira entre a vida e o vazio era apenas um cinto de segurança. O incidente, ocorrido a bordo de um voo da Ryanair entre a Grécia e a Alemanha, levanta questões antigas sobre o dever de cuidado em situações extremas — e sobre quem, afinal, age quando o protocolo falha. Sua recuperação, física e psicológica, é o espelho de uma pergunta que a aviação moderna ainda não respondeu completamente.
Sobrevivente de sucção em avião relata trauma persistente: 'A explosão é o que lembro'
Passageiro sofreu queimaduras, hematomas extensos no braço e peito, desmaios repetidos, trauma psicológico severo com insônia e flashbacks; esposa testemunhou o incidente.