Nos dias 1º e 2 de agosto, a Cinemateca Brasileira transforma-se em ponto de encontro entre tradição e inovação, ao sediar a sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista. O evento reúne cerca de 60 expositores — queijarias premiadas internacionalmente, restaurantes, cervejarias e produtores artesanais — e revela como São Paulo vem construindo, queijo a queijo, uma identidade gastronômica própria. Mais do que uma feira, o encontro é um testemunho do amadurecimento de uma rede de produtores que já dialoga com os grandes palcos mundiais do setor.
Sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista reúne 60 expositores na Cinemateca
Primeiro laticínio brasileiro a ganhar ouro no World Cheese Awards
Por que uma feira de queijo em um espaço como a Cinemateca Brasileira? Não parece uma escolha óbvia.
A Cinemateca é um espaço de circulação, com público que valoriza experiências culturais e gastronômicas. Não é um galpão anônimo. Há uma intenção em colocar o queijo artesanal paulista em um contexto de legitimidade cultural.
E o tamanho do evento — 60 expositores — isso é grande ou pequeno para uma feira de produtos artesanais?
É um número que sugere maturidade. Não é uma iniciativa experimental. Sete edições significa que há demanda consistente, que os produtores veem valor em participar, que há público que volta.
Qual é a importância de um queijo ganhar medalha de ouro no World Cheese Awards?
Muda a narrativa do produto. Deixa de ser apenas "queijo paulista" e passa a ser "queijo que compete internacionalmente". É a diferença entre local e global.
A entrada de novos produtores como a Capril Salto do Panema — isso indica o quê?
Que a rede está se expandindo, que há espaço para novos participantes. Também que há especialização: uma queijaria focada em cabra é diferente de uma que trabalha com múltiplos leites.
Por que restaurantes e cervejarias estão ali junto com queijarias?
Porque transformam o evento em experiência, não apenas em compra. Você não vai só levar queijo para casa. Você come, bebe, experimenta combinações. É mais envolvente.
O Pulso
- Queijos premiados com ouro no World Cheese Awards e no Prêmio Queijo Brasil 2026 chegam ao mesmo espaço, elevando a expectativa dos visitantes e a reputação do evento.
- A entrada da Capril Salto do Panema como nova associada sinaliza que a rede de produtores está em expansão, diversificando a oferta com foco em queijo de cabra.
- Restaurantes como o Mocotó, cervejarias, chocolateiros e produtores de azeite e charcutaria transformam a feira num ecossistema gastronômico completo, muito além do universo dos laticínios.
- Com ingressos a R$ 12 pela plataforma Sympla e programação nos dois dias do fim de semana, o evento busca equilibrar acessibilidade e curadoria de alto nível.
- A consolidação de sete edições na Cinemateca Brasileira posiciona São Paulo como polo nacional e internacionalmente reconhecido na produção queijeira artesanal.
Nos dias 1º e 2 de agosto, a Cinemateca Brasileira transforma-se em ponto de encontro entre tradição e inovação, ao sediar a sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista. O evento reúne cerca de 60 expositores — queijarias premiadas internacionalmente, restaurantes, cervejarias e produtores artesanais — e revela como São Paulo vem construindo, queijo a queijo, uma identidade gastronômica própria. Mais do que uma feira, o encontro é um testemunho do amadurecimento de uma rede de produtores que já dialoga com os grandes palcos mundiais do setor.
A Cinemateca Brasileira recebe neste fim de semana a sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista, evento que se firmou no calendário gastronômico de São Paulo. Nos dias 1º e 2 de agosto, cerca de 60 expositores ocupam o espaço na Vila Clementino, apresentando desde queijos frescos até peças curadas em câmaras de maturação ou cavernas subterrâneas — produções que mesclam referências europeias com experimentação paulista.
Entre os destaques estão o Tulha, da Fazenda Atalaia em Amparo, primeiro laticínio brasileiro a conquistar medalha de ouro no World Cheese Awards, e o Sol do Japi, do Pé do Morro em Cabreúva, vencedor do Prêmio Queijo Brasil 2026. O Mandala, da Pardinho Artesanal, completa a tríade de queijos que sintetizam o reconhecimento recente da qualidade paulista. A Queijaria Santa Vitória de Queluz também marca presença com seu doce de leite eleito o melhor do estado no PQB.
Este ano, a Capril Salto do Panema ingressa como nova associada, ampliando a representação de produtores especializados em queijo de cabra. A feira vai além dos laticínios: o restaurante Mocotó, a cervejaria Trilha, a Mestiço Chocolates, a Le Blé Casa de Pães e a De Paula Charcuterie, entre outros, compõem um ecossistema gastronômico que permite ao visitante uma experiência plural e completa.
O acesso se dá mediante ingresso a R$ 12, adquirido pela plataforma Sympla. A trajetória do evento — e a chegada contínua de novos associados — reafirma São Paulo como polo relevante e crescente na produção queijeira brasileira.
A Cinemateca Brasileira abre suas portas neste fim de semana para receber a sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista, um evento que consolidou seu lugar no calendário gastronômico de São Paulo. Nos dias 1º e 2 de agosto, cerca de 60 expositores ocuparão o espaço da instituição na Vila Clementino para apresentar o que há de mais representativo na produção queijeira do estado.
O acesso à feira exige a compra de ingresso pela plataforma Sympla, com entrada inteira a R$ 12. A programação segue de 10h às 19h no sábado e de 10h às 18h no domingo. Quem frequentar encontrará uma oferta que vai muito além do convencional: queijos frescos ao lado de peças curadas em câmaras de maturação ou em cavernas subterrâneas, receitas que dialogam com a tradição europeia e criações autorais que refletem a experimentação dos produtores paulistas.
Entre os destaques está o Tulha, da Fazenda Atalaia em Amparo, comercializado a R$ 264 o quilo. Seu prestígio vem de uma conquista histórica: foi o primeiro laticínio brasileiro a receber medalha de ouro no World Cheese Awards. Outra presença marcante é o Sol do Japi, do Pé do Morro em Cabreúva, vendido em embalagem de 250 gramas por R$ 45, resultado de uma produção que se destacou na seleção queijista do Prêmio Queijo Brasil 2026. O Mandala, da loja Pardinho Artesanal em Pardinho, oferecido a R$ 70 pelos 300 gramas, completa a tríade de queijos que condensam o reconhecimento recente da qualidade paulista.
Para quem busca algo além do queijo, a Queijaria Santa Vitória de Queluz apresentará seu doce de leite, que conquistou o prêmio de melhor do estado de São Paulo no PQB e sai a R$ 45 a embalagem de 400 gramas. Este ano marca também a entrada da Capril Salto do Panema entre as 17 queijarias associadas ao evento, ampliando a representação de produtores focados especificamente em queijo de cabra.
A diversidade de participantes reflete a amplitude que a feira adquiriu ao longo de suas sete edições. Confirmadas estão a BelaFazenda de Bofete, Cabanha Mulekinha de Ibiúna, Nata da Serra de Serra Negra, Leiteria Santa Paula de São João da Boa Vista e Queijo com Arte, a Fazenda Santa Luzia de Itapetininga. Mas o evento transcende o universo dos laticínios. O restaurante Mocotó, o boteco Bolovo, a cervejaria Trilha, a Mestiço Chocolates, o Coletivo Selvagem, a Le Blé Casa de Pães, a Borriello Azeites, a De Paula Charcuterie e a Pizza do Morro completam um ecossistema gastronômico que permite ao visitante montar uma experiência completa, do queijo ao chocolate, do pão ao azeite, da charcutaria à cerveja artesanal.
O evento funciona como vitrine não apenas dos produtos, mas da consolidação de uma rede de produtores que vem ganhando visibilidade nacional e internacional. A entrada de novos associados e a participação de estabelecimentos complementares sugerem que a Feira do Caminho do Queijo Paulista segue em trajetória de expansão, reafirmando São Paulo como polo relevante na produção queijeira brasileira.
Citações Notáveis
O Tulha foi o primeiro laticínio brasileiro a ganhar medalha de ouro no World Cheese Awards— Informação sobre a Fazenda Atalaia
O Sol do Japi foi uma das vencedoras da seleção queijista no Prêmio Queijo Brasil 2026— Informação sobre o Pé do Morro