Sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista reúne 60 expositores na Cinemateca

Primeiro laticínio brasileiro a ganhar ouro no World Cheese Awards
O Tulha, da Fazenda Atalaia, representa o reconhecimento internacional da qualidade queijeira paulista.
Mark

Por que uma feira de queijo em um espaço como a Cinemateca Brasileira? Não parece uma escolha óbvia.

Mimi

A Cinemateca é um espaço de circulação, com público que valoriza experiências culturais e gastronômicas. Não é um galpão anônimo. Há uma intenção em colocar o queijo artesanal paulista em um contexto de legitimidade cultural.

Mark

E o tamanho do evento — 60 expositores — isso é grande ou pequeno para uma feira de produtos artesanais?

Mimi

É um número que sugere maturidade. Não é uma iniciativa experimental. Sete edições significa que há demanda consistente, que os produtores veem valor em participar, que há público que volta.

Mark

Qual é a importância de um queijo ganhar medalha de ouro no World Cheese Awards?

Mimi

Muda a narrativa do produto. Deixa de ser apenas "queijo paulista" e passa a ser "queijo que compete internacionalmente". É a diferença entre local e global.

Mark

A entrada de novos produtores como a Capril Salto do Panema — isso indica o quê?

Mimi

Que a rede está se expandindo, que há espaço para novos participantes. Também que há especialização: uma queijaria focada em cabra é diferente de uma que trabalha com múltiplos leites.

Mark

Por que restaurantes e cervejarias estão ali junto com queijarias?

Mimi

Porque transformam o evento em experiência, não apenas em compra. Você não vai só levar queijo para casa. Você come, bebe, experimenta combinações. É mais envolvente.

  • Queijos premiados com ouro no World Cheese Awards e no Prêmio Queijo Brasil 2026 chegam ao mesmo espaço, elevando a expectativa dos visitantes e a reputação do evento.
  • A entrada da Capril Salto do Panema como nova associada sinaliza que a rede de produtores está em expansão, diversificando a oferta com foco em queijo de cabra.
  • Restaurantes como o Mocotó, cervejarias, chocolateiros e produtores de azeite e charcutaria transformam a feira num ecossistema gastronômico completo, muito além do universo dos laticínios.
  • Com ingressos a R$ 12 pela plataforma Sympla e programação nos dois dias do fim de semana, o evento busca equilibrar acessibilidade e curadoria de alto nível.
  • A consolidação de sete edições na Cinemateca Brasileira posiciona São Paulo como polo nacional e internacionalmente reconhecido na produção queijeira artesanal.

Nos dias 1º e 2 de agosto, a Cinemateca Brasileira transforma-se em ponto de encontro entre tradição e inovação, ao sediar a sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista. O evento reúne cerca de 60 expositores — queijarias premiadas internacionalmente, restaurantes, cervejarias e produtores artesanais — e revela como São Paulo vem construindo, queijo a queijo, uma identidade gastronômica própria. Mais do que uma feira, o encontro é um testemunho do amadurecimento de uma rede de produtores que já dialoga com os grandes palcos mundiais do setor.

A Cinemateca Brasileira recebe neste fim de semana a sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista, evento que se firmou no calendário gastronômico de São Paulo. Nos dias 1º e 2 de agosto, cerca de 60 expositores ocupam o espaço na Vila Clementino, apresentando desde queijos frescos até peças curadas em câmaras de maturação ou cavernas subterrâneas — produções que mesclam referências europeias com experimentação paulista.

Entre os destaques estão o Tulha, da Fazenda Atalaia em Amparo, primeiro laticínio brasileiro a conquistar medalha de ouro no World Cheese Awards, e o Sol do Japi, do Pé do Morro em Cabreúva, vencedor do Prêmio Queijo Brasil 2026. O Mandala, da Pardinho Artesanal, completa a tríade de queijos que sintetizam o reconhecimento recente da qualidade paulista. A Queijaria Santa Vitória de Queluz também marca presença com seu doce de leite eleito o melhor do estado no PQB.

Este ano, a Capril Salto do Panema ingressa como nova associada, ampliando a representação de produtores especializados em queijo de cabra. A feira vai além dos laticínios: o restaurante Mocotó, a cervejaria Trilha, a Mestiço Chocolates, a Le Blé Casa de Pães e a De Paula Charcuterie, entre outros, compõem um ecossistema gastronômico que permite ao visitante uma experiência plural e completa.

O acesso se dá mediante ingresso a R$ 12, adquirido pela plataforma Sympla. A trajetória do evento — e a chegada contínua de novos associados — reafirma São Paulo como polo relevante e crescente na produção queijeira brasileira.

A Cinemateca Brasileira abre suas portas neste fim de semana para receber a sétima edição da Feira do Caminho do Queijo Paulista, um evento que consolidou seu lugar no calendário gastronômico de São Paulo. Nos dias 1º e 2 de agosto, cerca de 60 expositores ocuparão o espaço da instituição na Vila Clementino para apresentar o que há de mais representativo na produção queijeira do estado.

O acesso à feira exige a compra de ingresso pela plataforma Sympla, com entrada inteira a R$ 12. A programação segue de 10h às 19h no sábado e de 10h às 18h no domingo. Quem frequentar encontrará uma oferta que vai muito além do convencional: queijos frescos ao lado de peças curadas em câmaras de maturação ou em cavernas subterrâneas, receitas que dialogam com a tradição europeia e criações autorais que refletem a experimentação dos produtores paulistas.

Entre os destaques está o Tulha, da Fazenda Atalaia em Amparo, comercializado a R$ 264 o quilo. Seu prestígio vem de uma conquista histórica: foi o primeiro laticínio brasileiro a receber medalha de ouro no World Cheese Awards. Outra presença marcante é o Sol do Japi, do Pé do Morro em Cabreúva, vendido em embalagem de 250 gramas por R$ 45, resultado de uma produção que se destacou na seleção queijista do Prêmio Queijo Brasil 2026. O Mandala, da loja Pardinho Artesanal em Pardinho, oferecido a R$ 70 pelos 300 gramas, completa a tríade de queijos que condensam o reconhecimento recente da qualidade paulista.

Para quem busca algo além do queijo, a Queijaria Santa Vitória de Queluz apresentará seu doce de leite, que conquistou o prêmio de melhor do estado de São Paulo no PQB e sai a R$ 45 a embalagem de 400 gramas. Este ano marca também a entrada da Capril Salto do Panema entre as 17 queijarias associadas ao evento, ampliando a representação de produtores focados especificamente em queijo de cabra.

A diversidade de participantes reflete a amplitude que a feira adquiriu ao longo de suas sete edições. Confirmadas estão a BelaFazenda de Bofete, Cabanha Mulekinha de Ibiúna, Nata da Serra de Serra Negra, Leiteria Santa Paula de São João da Boa Vista e Queijo com Arte, a Fazenda Santa Luzia de Itapetininga. Mas o evento transcende o universo dos laticínios. O restaurante Mocotó, o boteco Bolovo, a cervejaria Trilha, a Mestiço Chocolates, o Coletivo Selvagem, a Le Blé Casa de Pães, a Borriello Azeites, a De Paula Charcuterie e a Pizza do Morro completam um ecossistema gastronômico que permite ao visitante montar uma experiência completa, do queijo ao chocolate, do pão ao azeite, da charcutaria à cerveja artesanal.

O evento funciona como vitrine não apenas dos produtos, mas da consolidação de uma rede de produtores que vem ganhando visibilidade nacional e internacional. A entrada de novos associados e a participação de estabelecimentos complementares sugerem que a Feira do Caminho do Queijo Paulista segue em trajetória de expansão, reafirmando São Paulo como polo relevante na produção queijeira brasileira.

O Tulha foi o primeiro laticínio brasileiro a ganhar medalha de ouro no World Cheese Awards
— Informação sobre a Fazenda Atalaia
O Sol do Japi foi uma das vencedoras da seleção queijista no Prêmio Queijo Brasil 2026
— Informação sobre o Pé do Morro
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